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"Nós nunca ficamos no escuro", diz Queiroga sobre dados do Ministério da Saúde

      Marcelo Queiroga, ministro da Saúde  —  Foto: Reprodução.
 
"Nós nunca ficamos no escuro", diz Queiroga sobre dados do Ministério da Saúde
Publicado no JASB em 02.janeiro.2022.  

Canal Exclusivo do Incentivo Declaração foi dada pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, durante encontro com jornalistas na manhã de sexta-feira (31).
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“Nós nunca ficamos no escuro porque os dados chegam ao Ministério da Saúde e são processados no âmbito da Secretaria de Vigilância em Saúde. Nós acompanhamos a evolução da pandemia em todos os estados e municípios do Brasil. Não estar público, não significa dizer que estamos trabalhando às escuras”. 

A declaração é do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que se reuniu na manhã de sexta-feira (31) com jornalistas para apresentar os dados sobre a Campanha de Vacinação contra a Covid-19 e a situação epidemiológica da doença no Brasil.

Na quinta-feira (30), por exemplo, foram notificados nos sistemas da pasta 13,4 mil novos casos e 167 óbitos pela doença. Com média móvel de casos e óbitos em 5,1 mil e 113,5, respectivamente, o cenário epidemiológico da Covid-19 segue com queda de 9,19% nos casos e queda de 27,81% nos óbitos, se comparados com os últimos 14 dias. A Campanha de Vacinação também segue avançando com 328,5 milhões de doses aplicadas, sendo 161,2 milhões com a primeira dose (91,5%) e 143,7 milhões (80,9%) com o esquema completo.
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Segundo Queiroga, ainda que as informações não estejam completamente acessíveis para a população, o Ministério da Saúde continua recebendo os dados dos estados e municípios e realizando vigilância de qualidade. Equipes da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) acompanham diariamente as notificações e realizam ações estratégicas de diagnóstico situacional in loco nos municípios. Isso acontece sempre que é registrada alta no número de casos e óbitos por três semanas epidemiológicas consecutivas.

Entre outros assuntos, o ministro também falou sobre a variante Ômicron. Até o momento, foram confirmados 128 casos da variante e 298 seguem em investigação. Ainda de acordo com o ministro, diferente do que ocorreu em 2020 e no início de 2021, o Brasil já está preparado e possui um plano de contingência caso haja uma nova pressão sobre o sistema de saúde. Esta semana, por exemplo, o Ministério da Saúde autorizou a abertura de 6,5 mil novos leitos de Unidade Terapia Intensiva (UTI) permanentes, aumentando de 23 mil para 29,5 mil.
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“Sobre a variante, nós acompanhamos de perto o que acontece no cenário internacional. A gente sabe, hoje, que a vacinação é a principal arma para o combate à variante Ômicron ou qualquer outra variante que possa vir a surgir. Tanto que há mais de 20 milhões de pessoas com a dose de reforço. Há estudos que comprovam uma eficácia 80% para a variante com as vacinas Pfizer e AstraZeneca. Quanto aos leitos, o Governo Federal vai aplicar R$ 2,6 bilhões para incluir 6,5 mil novos leitos de UTI permanente na rede pública de saúde”, disse Queiroga.

Foto: Walterson Rosa/MS
Fernando Brito, Ministério da Saúde

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