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Incentivo Financeiro: agentes comunitários e de endemias pressionam prefeitos e conseguem gratificação.

      Quando agentes comunitários e de combate às endemias se unem para garantir seus direitos, sem dúvida, o resultado positivo aparece  —  Foto: Reprodução.
 
Incentivo Financeiro: agentes comunitários e de endemias pressionam prefeitos e conseguem gratificação.
Publicado no JASB em 02.janeiro.2022.  

Canal Exclusivo do Incentivo Na pressão, prefeito Ricardo Silveira paga o incentivo adicional dos agente comunitário de saúde e dos agentes de combate às endemias.
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Segue a matéria publicada no Blog Jornal do Ceará:

Estamos em 2022 e à quase 15 anos o município de Quixadá paga de forma simultânea os agente comunitário de saúde e agentes de combate às endemias.

Mas… na gestão do Ricardo Silveira, foi diferente! Entenda.

Os agentes comunitários de saúde, precisaram fazer um dia de mobilização junto com seus sindicatos no paço municipal, logo após o prefeito municipal recebe uma comissão e falaciosamente anuncia um décimo quarto salário entre fotos e lives e com recurso em caixa desde do dia 02 de dezembro para a surpresa da categoria o prefeito enviar um projeto de lei que chama de rateio para viabilizar o pagamento do seus proventos adicional de abono que é já adquirido, porém, a categoria ainda teve que passar por uma sessão extraordinária na câmara municipal sendo então o projeto aprovado.

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Tomamos conhecimento que após a sessão, o presidente do SINASCE, Luís Cláudio Celestino de Sousa, passou mais de uma hora trancado com a gestão dialogando o pagamento do incentivo e no dia 30/12, para mais uma vez a surpresa da categoria nada de dinheiro 💰 em conta, e mais uma vez a categoria se mobilizou e foram todos ao cento administrativo para reivindicar o seu abono junto ao secretário de fianças Erismá Filho, que garantiu que efetuaria o pagamento, mas depois de muita luta da categoria!

O adicional caiu as 22 horas na conta da categoria. Enquanto na gestão passada era feito de forma simultânea através de decreto ou através de portaria do prefeito ou secretaria.

Ou seja essa é a Gestão do Migué.

Ao analisar o texto acima, identificamos o quanto é importante que a categoria regulamente o repasse do FNS - Fundo Nacional de Saúde, via Câmara Municipal de Saúde. Caso isso não ocorra, por mais que o prefeito seja eficiente, reconhecendo o direito dos agentes ao Incentivo, na mudança de gestão poderá haver uma surpresa, ou seja, um prefeito que veja na falta de uma lei municipal a oportunidade de desviar o recurso dos ACS/ACE. Claro que essa postura é criminosa, contudo, o processo reivindicatório, via justiça, é muito lento e poderá desmotivar os verdadeiros proprietários do recurso destinado pelo Ministério da Saúde. Portanto, reforçamos a orientação para que a categoria, quer de ACS ou ACE regulamente o repasse do incentivo. 
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Não espere por bondade dos que trabalham a favor de partidos políticos. Eles são semelhantes a máquinas, que não possuem senso de capacidade para respeitar as conquistas dos trabalhadores, não visam a qualidade de vida dos que produzem saúde à população. 

Garantir o Incentivo Financeiro Adicional na Lei Municipal é fechar as brechas contra os gestores corruptos.

JASB - Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil com informações compartilhadas por Débora Marjorie
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Servidores anunciam paralisação em janeiro e greve em fevereiro por reajuste salarial

      Presidente Jair Bolsonaro e ministro da Economia, Paulo Guedes em Brasília.   —  Foto: Reprodução/Ueslei Marcelino - 22.out.2021/Reuters.
 
Representantes da elite do funcionalismo decidiram que, para pressionar o governo federal a conceder reajuste salarial generalizado, poderão ocorrer paralisações de um ou dois dias em janeiro e até mesmo uma greve geral, sem prazo para terminar, a partir de fevereiro. FOLHA DE S.PAULO. Veja a matéria completa, aqui!

Formação técnica e as expectativas dos agentes comunitários e de endemias

      Programa Saúde com Agente e as expectativas dos agentes comunitários e de endemias.   —  Foto: Reprodução.
 
Luta histórica, iniciativa que vai promover a formação técnica de agentes comunitários de saúde (ACS) e agentes de combate a endemias (ACE) é apoiada por entidades representativas das categorias, mas sofre críticas de instituições formadoras do SUS.

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