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Trabalhadores ganham novo capítulo: Câmara aprova fim da escala 6×1 e Hugo Motta chama votação de marco histórico.

           Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados.   —  Foto: JASB.
 
Trabalhadores ganham novo capítulo: Câmara aprova fim da escala 6×1 e Hugo Motta chama votação de marco histórico.
Publicado no JASB em 28.maio.2026. Atualizado em 29.maio.2026.

WhatsApp: Grupos Estaduais A Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta quarta-feira, 27, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que extingue a escala de trabalho 6×1. 
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O texto foi aprovado em dois turnos e agora segue para análise do Senado Federal. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), classificou a votação como um “momento histórico”.

O que muda após a aprovação

A proposta aprovada pela Câmara abre caminho para uma transformação nas regras da jornada de trabalho no país. O texto prevê mudanças graduais na carga semanal, mantendo salários e direitos trabalhistas, enquanto o debate agora se desloca para o Senado
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O avanço da PEC, porém, ainda desperta dúvidas entre trabalhadores e empresas.

O discurso que marcou a votação

Depois do resultado no plenário, Hugo Motta afirmou que a medida representa uma das maiores mudanças trabalhistas desde a Constituição de 1988. 

Em pronunciamento após a votação, o presidente da Câmara declarou que o Parlamento viveu um “momento histórico”, reforçando o peso político e social da proposta aprovada.

O que está previsto na PEC

A proposta estabelece uma transição gradual para a redução da jornada semanal de trabalho. O texto aprovado prevê diminuição de 44 para 40 horas semanais, sem redução salarial, em um período de implementação progressiva, buscando equilibrar os interesses dos trabalhadores e do setor produtivo.
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Por que a proposta ganhou força

O debate sobre o fim da escala 6×1 ganhou força nos últimos meses após pressão de trabalhadores, sindicatos e parlamentares que defendem mais tempo de descanso e convivência familiar. Ao mesmo tempo, representantes do setor empresarial manifestaram preocupação com custos operacionais e adaptação do mercado.
          Hugo Motta na Mesa Diretora da Câmara.   —  Foto: Reprodução/Câmara dos Deputados.

O próximo passo no Senado

Com a aprovação na Câmara em dois turnos, a PEC segue para o Senado Federal, onde também precisará passar por votação em dois turnos para avançar. O desfecho da proposta poderá definir um novo modelo de organização do trabalho no Brasil, tema que promete continuar no centro do debate nacional.

O que fica em jogo para os trabalhadores

Mais do que uma alteração de jornada, a discussão envolve qualidade de vida, produtividade e impactos econômicos. 
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O avanço da proposta sinaliza uma mudança relevante no mundo do trabalho, mas os efeitos práticos dependerão das próximas negociações e do texto final aprovado pelo Congresso Nacional.



Fonte: JASB - Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil - www.jasb.com.br. 
Edição Geral: JASB.
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