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PEC 18 avança na Câmara e pode elevar Piso dos Agentes de Saúde para R$ 4.863.

           Categoria se mobiliza para buscar garantir aprovação da PEC dos 3 salários, de autoria do Professor Valtenir Pereira.   —  Foto: JASB.com.br.
 
PEC 18 avança na Câmara e pode elevar Piso dos Agentes de Saúde para R$ 4.863.
Publicado no JASB em 20.março.2026. Atualizado em 21.março.2026.

WhatsApp: Rede do JASB A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou, em 17 de março de 2026, a admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 18/2022, que estabelece piso salarial de três salários mínimos — hoje equivalente a R$ 4.863. Veja o acesso ao vídeo, mais abaixo. 
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O novo Piso se destina aos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias com formação em curso técnico nas respectivas áreas. A proposta agora segue para uma comissão especial e, em seguida, para votação no Plenário da Casa.
 
📊 O que muda com a PEC 18
 
A proposta altera o artigo 198 da Constituição Federal para criar um piso salarial diferenciado, reconhecendo a qualificação técnica dos profissionais da Atenção Primária em Saúde. 

Atualmente, a Emenda Constitucional 120, oriunda da PEC 22/11 de autoria do ex-deputado Valtenir Pereira (MDB-MT), já garante à categoria o Piso de dois salários mínimos, no valor de R$ 3.242. 
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A nova proposta vai além ao distinguir, pela primeira vez, os profissionais com e sem formação técnica na área, criando um incentivo salarial direto à qualificação.

Entre os profissionais contemplados pela PEC 18 estão:
 
💠 Agentes Comunitários de Saúde portadores do Curso Técnico de ACS;
 
💠 Agentes de Combate às Endemias com Curso Técnico em Vigilância em Saúde;
 
💠 Profissionais em todo o Brasil, com repasse garantido pela União a estados, municípios e ao Distrito Federal;
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💠 Aproximadamente 300 mil trabalhadores da Linha de Frente da Saúde Pública nacional.

🏛️ Quem está por trás da proposta
 
A PEC 18 foi apresentada pelo ex-deputado Valtenir Pereira (MT), o mesmo parlamentar responsável pela Emenda Constitucional 120, que garantiu o piso de dois salários mínimos à categoria após 11 anos de tramitação no Congresso Nacional. 
A luta pelo piso de 2 mínimo nasceu em 2006. 

O relator da proposta na CCJ, deputado Rubens Pereira Júnior (MA), emitiu parecer favorável à admissibilidade, confirmando que a proposta não fere cláusulas pétreas e cumpre todos os requisitos formais. 

Segundo o relator, a PEC "pretende promover legítima política pública de valorização na política remuneratória" desses profissionais, conforme divulgado pela Agência Câmara Notícias. 

O avanço na comissão também contou com mobilização presencial de lideranças da do FNARAS, CONACS, FENASCE, Sindicatos e Associações em Brasília, na data da votação. 
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⚖️ O peso da formação técnica no debate salarial
 
O cerne da PEC 18 é simples e estratégico: remunerar melhor quem se qualifica. Desde 2022, o Ministério da Saúde ofertou aproximadamente 300 mil vagas para os cursos de técnico em Agente Comunitário de Saúde e técnico em Vigilância em Saúde com Ênfase no Combate às Endemias em todo o Brasil.
           Rubens Pereira Júnior defendeu a valorização dos profissionais.   —  Foto/Reprodução/Câmara dos Deputados.

Ao criar um piso diferenciado para quem concluiu a formação técnica, a proposta busca incentivar a busca por qualificação dentro da própria categoria. O próximo passo no Congresso definirá se esse incentivo será transformado em direito constitucional.
 
Entre os argumentos centrais que sustentam a proposta estão:
 
💠 A Lei Federal 13.595/18 ampliou as atribuições e responsabilidades dos Agentes de Saúde, justificando a correção salarial;
 
💠 A formação técnica eleva a qualidade do atendimento prestado à população na Atenção Básica em Saúde;
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💠 O incentivo salarial à qualificação fortalece a Atenção Primária em Saúde como estratégia de prevenção e redução de custos no SUS;

💠 A PEC 14/2021, que tramita em paralelo no Senado, amplia o debate sobre valorização e direitos da mesma categoria.
 
📢 Vozes em defesa da valorização
 
O avanço da PEC 18 mobilizou parlamentares e entidades representativas. O deputado federal Gervásio Maia, um dos autores da matéria, celebrou o resultado e defendeu que os Agentes de Saúde são "uma categoria essencial que sustenta a base do SUS".

"Seguiremos trabalhando com compromisso e responsabilidade para garantir mais direitos, reconhecimento e dignidade a esses profissionais que fazem a diferença todos os dias na vida do povo brasileiro", afirmou o deputado, conforme registrado pela Revista Novo Perfil. 

A pressão de tidas as entidades representativas foi determinante para que a proposta, parada desde 2022, voltasse à pauta da CCJ em março de 2026. 
 
🤝 Uma vitória que ainda depende do Plenário
 
A aprovação da admissibilidade pela CCJ é uma etapa essencial, mas a PEC 18 ainda precisa percorrer um caminho considerável antes de se tornar direito garantido. 
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A proposta segue agora para uma comissão especial e, posteriormente, precisa ser aprovada em dois turnos no Plenário da Câmara dos Deputados. Para milhares de Agentes Comunitários e de Combate às Endemias que atuam diariamente na Linha de Frente da Saúde Pública, a votação final representará mais do que um reajuste salarial — será o reconhecimento constitucional de que qualificação e dedicação merecem recompensa à altura.

Assista ao vídeo completo (direto no Youtube):

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Fonte: JASB - Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil - www.jasb.com.br. 
Edição Geral: JASB.
Encaminhamento de denúncia ao JASB: Acesse aqui.

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