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Novo vírus que desvia transferências PIX em tempo real acende alerta no Brasil.

           O vírus consegue alterar a chave do destinatário no momento exato em que a transação é realizada.   —  Foto: JASB.com.br.
 
Novo vírus que desvia transferências PIX em tempo real acende alerta no Brasil.
Publicado no JASB em 15.março.2026. Atualizado em 17.março.2026.

WhatsApp: Rede do JASB Um novo vírus capaz de desviar transferências feitas via Pix está preocupando especialistas em segurança digital no Brasil. 
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O malware, identificado como PixRevolution, consegue alterar a chave do destinatário no momento exato em que a transação é realizada, fazendo com que o dinheiro seja enviado para contas controladas por criminosos sem que a vítima perceba.

A ameaça tem chamado atenção porque atua em tempo real durante a confirmação do pagamento, explorando justamente a rapidez do sistema de transferências instantâneas criado pelo Banco Central. O Pix hoje é utilizado por grande parte da população brasileira e processa bilhões de transações mensais, o que aumenta o interesse de criminosos digitais.

Como funciona o golpe do vírus que rouba Pix

O vírus é um tipo de trojan bancário voltado para celulares Android. Ele normalmente chega ao aparelho disfarçado de aplicativos aparentemente legítimos ou arquivos baixados fora das lojas oficiais.
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Depois de instalado, o malware passa a monitorar as atividades da vítima no celular. O golpe ocorre em uma etapa específica da operação financeira:

💠o usuário inicia uma transferência Pix no aplicativo do banco;

💠o vírus acompanha a tela do celular;

💠no momento da confirmação, surge uma falsa mensagem de carregamento;

💠nesse intervalo, a chave Pix original é substituída pela chave de uma conta controlada por criminosos.


Para a vítima, o processo parece normal. A confirmação aparece na tela como se o pagamento tivesse sido enviado para o destinatário correto, mas o dinheiro já foi redirecionado para outra conta.
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Diferença em relação a outros golpes digitais

Especialistas em segurança digital afirmam que esse malware tem uma característica que o torna mais sofisticado. Diferente de muitos trojans bancários tradicionais, ele pode contar com acompanhamento humano ou automatizado em tempo real, permitindo que o criminoso escolha exatamente o momento de agir.

Essa estratégia permite que o golpe funcione mesmo quando aplicativos bancários são atualizados, já que o criminoso observa visualmente a operação da vítima antes de realizar a alteração da chave Pix.

Por que o Pix virou alvo frequente de ataques

O crescimento dos golpes digitais envolvendo Pix acompanha a popularização do sistema de pagamentos instantâneos no Brasil.

Criado pelo Banco Central e lançado em 2020, o Pix se tornou rapidamente um dos meios de pagamento mais usados no país, com milhões de usuários e funcionamento 24 horas por dia.
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Essa popularidade torna a ferramenta um alvo atraente para criminosos digitais, que buscam explorar falhas humanas, aplicativos falsos ou permissões indevidas em celulares para acessar contas bancárias.

Como se proteger desse tipo de vírus

Especialistas em segurança digital recomendam algumas medidas básicas para reduzir o risco de infecção por malware que rouba transferências Pix:

💠baixar aplicativos apenas nas lojas oficiais, como Google Play ou App Store;

💠evitar instalar arquivos APK enviados por links desconhecidos;

💠revisar permissões de acessibilidade solicitadas por aplicativos;

💠manter o sistema operacional e aplicativos sempre atualizados;

💠usar antivírus ou ferramentas de segurança no celular.
           Instituições financeiras e autoridades reguladoras buscam aplicar a segurança para tentar rastrear e recuperar valores desviados em fraudes.   —  Foto: JASB.com.br.

Essas medidas ajudam a reduzir as chances de instalação de softwares maliciosos que monitoram atividades financeiras no aparelho.
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O que pode acontecer nos próximos meses

O surgimento de novos malwares voltados ao Pix mostra que os crimes digitais continuam evoluindo junto com as tecnologias de pagamento. Especialistas alertam que o número de golpes pode crescer à medida que criminosos aprimoram técnicas de engenharia social e ferramentas de invasão digital.

Ao mesmo tempo, instituições financeiras e autoridades reguladoras têm ampliado mecanismos de segurança para tentar rastrear e recuperar valores desviados em fraudes.

A tendência é que a disputa entre criminosos digitais e sistemas de proteção continue aumentando nos próximos anos, especialmente em países com grande uso de pagamentos instantâneos.

Fonte: JASB com informações do Banco Central do Brasil.
Edição Geral: JASB.
Publicação: JASB - Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil - www.jasb.com.br. 

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