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Um salário mínimo a mais: a pauta simples que ACS e ACE foram buscar em Brasília com o próprio bolso.

           PEC 18/2022: Agentes de Saúde aguardam por mais 1 salários mínimos há 4 anos.   —  Foto/Reprodução/Câmara dos Deputados.
 
Um salário mínimo a mais: a pauta simples que ACS e ACE foram buscar em Brasília com o próprio bolso.
Publicado no JASB em 06.maio.2026. Atualizado em 07.maio.2026.

WhatsApp: Grupos Estaduais Enquanto a mobilização de 5 a 7 de maio busca avançar o PLP 185/2024, uma segunda pauta ganhou força nos corredores da Câmara dos Deputados: a aprovação do Piso Nacional equivalente a três salários mínimos para Agentes de Saúde (ACS e ACE). 
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Quase 300 mil Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias já realizaram a formação técnica do Programa Mais Saúde com Agente. Agora, todos eles aguardam a promessa do Piso Salarial Nacional de 3 salários mínimos. Já estamos no 4º ano de tramitação da proposta, que também é uma pauta urgente. 

O piso de três salários mínimos para não se trata de um novo pedido. É apenas mais um salário mínimo — sobre os dois que a categoria já conquistou com muita luta e investimento financeiro das 2 categorias.

O que está sendo pedido — e o que não está

A clareza do pedido precisa ser repetida até que não reste dúvida. ACS e ACE não estão reivindicando três salários mínimos de reajuste. Estão pedindo apenas um salário mínimo adicional sobre os dois que já conquistaram com a Emenda Constitucional nº 120/2022. 
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O piso atual é de R$ 3.242,00. O pedido é que chegue a R$ 4.863,00 — equivalente a três salários mínimos no valor de R$ 1.621,00 vigente em 2026. A proposta tramita por meio da PEC 18/2022, que vincula os três salários à formação técnica obtida no Programa Mais Saúde com Agente. Ilda Angélica CONACS presidente fala Brasília, custo mobilização ACS ACE Brasília próprio bolso, piso nacional ACS ACE reajuste salário mínimo, janela política ACS ACE 2026 Congresso Nacional.
Quem está em Brasília — e quanto isso está custando

A convocação para os dias 5, 6 e 7 de maio prevê a presença de ACS e ACE de todo o Brasil. A atual diretoria da CONACS informou que não será responsável por custos de hospedagem, alimentação ou deslocamento dos participantes. Mesmo assim, as caravanas chegaram. De ônibus, de van, de carro compartilhado — com recursos próprios, na grande maioria dos casos. Despesas que muitos pagarão ao longo de meses. Em parcelas. Sem reclamar. 

Entre os custos que os Agentes de Saúde arcaram individualmente para estar em Brasília estão:

💠 Passagens aéreas, rodoviárias ou fretamento de veículos de cada estado;

💠 Hospedagem em hotéis, pousadas ou casas de colegas na capital federal;

💠 Alimentação durante os três dias de mobilização;

💠 Ausência remunerada ou não, dependendo do vínculo e da gestão municipal.
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A agenda dos três dias e o que está em jogo

A mobilização contou com uma agenda organizada. No dia 5 de maio, aconteceu a acolhida das caravanas às 9h no estacionamento do Anexo III da Câmara dos Deputados, seguida de seminário no Auditório Nereu Ramos com participação da Secretaria de Atenção Primária em Saúde e da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde
           PEC 18/2022: poderá ser prioridade da coordenação da Confederação Nacional.   —  Foto/Reprodução/Câmara dos Deputados.

No dia 6, a concentração para o Dia D de mobilização nacional. No dia 7, reuniões de articulação para avanço das pautas. A presença física nos corredores do Congresso tem peso político que nenhuma mensagem de WhatsApp substitui. Apesar da importantíssima relevância destas mensagens. Piso 3 salários mínimos ACS ACE 2026, PEC 18 2022 três salários ACS formação técnica, mobilização CONACS Brasília maio 2026, PLP 185 aposentadoria especial Câmara.
A presidenta que falou o que ninguém queria ouvir

A presidente da CONACS, Ilda Angélica Correia, foi direta nos corredores da Câmara: "Hoje, nós temos um piso salarial de dois salários mínimos. Quem recebe dois salários mínimos na ativa se aposenta com apenas um — e o PLP 185 existe para corrigir exatamente isso." 

Ilda encerrou com o grito de guerra da categoria: "Deus está no comando e a união faz a força." A fala resume as duas pautas da mobilização: quem cuida da saúde dos outros precisa de Aposentadoria Digna. E de um salário mínimo a mais ainda na ativa. 
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A janela que pode não se abrir tão cedo

O maior pacote legislativo da história dos ACS e ACE tramita simultaneamente no Congresso Nacional. Nenhuma outra categoria da Saúde Pública investiu tantos recursos financeiros próprios para acumular tantas propostas relevantes em um único ano eleitoral. A presidenta da CONACS foi direta: se esta mobilização não resultar em votação, o projeto dificilmente avança em 2026. O investimento anual pro parte dos ACS/ACE movimenta milhões de reais ao ano. 

A conta é objetiva: os Agentes de Saúde financiam a luta com PIX, rifa, sorteio e passagem de ônibus. Já conquistaram o Piso de dois salários mínimos após 16 anos de muita luta. Agora pedem apenas mais um salário mínimo. Esse salário extra não é um favor — é o reconhecimento de que a formação técnica mudou o perfil da categoria. E que profissionais mais qualificados merecem receber mais. 

Assista ao vídeo com a fala de Ilda (direto no Youtube): 
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Fonte: JASB - Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil - www.jasb.com.br. 
Encaminhamento de denúncia ao JASB: Acesse aqui.

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