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Dicas para Responder o Fórum da Disciplina 22. Mais Saúde com Agente.

           Programa Mais Saúde com Agente.   —  Foto/Reprodução.
 
Dicas para Responder o Fórum da Disciplina 22. Mais Saúde com Agente.
Publicado no JASB em 26.julho.2025. Atualizado em 28.julho.2025.

WhatsApp: Canal JASB O que é hesitação vacinal e por que ela preocupa? Hesitação vacinal: quais as estratégias utilizadas para vencer esse desafio e melhorar a cobertura vacinal?
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Programa Nacional de Imunizações

Estudamos, durante essa disciplina, que o Programa Nacional de Imunizações vem enfrentando desafios para melhorar os indicadores de cobertura de algumas vacinas. Como você, Agente de Saúde, poderia contribuir para melhorar a adesão das pessoas que apresentam hesitação vacinal em seu território? 

Escreva, pelo menos, duas estratégias para apoiar a adesão à vacinação e apresente como essas estratégias poderiam ser realizadas em seu território.

Sugestão de elaboração de Respostas para o Fórum da Disciplina 22. O Texto abaixo poderá servir para auxilio na elaboração da resposta com suas palavras. 
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A hesitação vacinal é a recusa, atraso ou dúvida na aceitação de vacinas, mesmo quando disponíveis gratuitamente. Esse fenômeno tem causado queda nas coberturas vacinais e retorno de doenças como sarampo, poliomielite e difteria, representando uma ameaça real à saúde pública【ebook22-imunizacao, pág. 27】.


De acordo com o Programa Nacional de Imunizações (PNI), é necessário atingir 95% de cobertura para a maioria das vacinas. Abaixo desse patamar, o país fica vulnerável a surtos, epidemias e até pandemias【pág. 40】.
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Estratégias do Agente Comunitário de Saúde (ACS)

O ACS é a ponte entre o SUS e a comunidade. Ele tem papel essencial no enfrentamento da hesitação vacinal por meio de ações educativas, visitas domiciliares e articulação com a equipe de saúde【pág. 28】.


1. Busca ativa e revisão da caderneta de vacinação

Durante suas visitas de rotina, o ACS deve identificar pessoas com vacinas atrasadas e encaminhá-las à Unidade Básica de Saúde (UBS). Esse processo evita as chamadas "oportunidades perdidas de vacinação (OPV)" – situações em que pessoas elegíveis deixam de ser vacinadas ao irem ao serviço de saúde【pág. 43】.
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Exemplo prático: Em uma visita a uma família, observei que a criança não havia recebido a vacina contra a meningite. Encaminhei a mãe à UBS e orientei sobre o risco da doença【pág. 44】.

2. Educação em saúde e combate à desinformação

A desinformação sobre reações adversas ou supostos perigos das vacinas é um fator central da hesitação vacinal. O ACS deve usar linguagem clara para explicar os benefícios, segurança e possíveis reações leves, como febre ou dor local【pág. 21】.


Exemplo prático: Em rodas de conversa no CRAS e igrejas, esclareci dúvidas sobre a vacina contra HPV, explicando que ela protege contra o câncer do colo do útero e é segura【pág. 41】.
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3. Apoio em ações extramuros e campanhas escolares

O ACS deve participar ativamente de campanhas como o Movimento Nacional pela Vacinação e ações em escolas. A vacinação em ambiente escolar é uma das estratégias mais eficazes para aumentar a adesão de crianças e adolescentes【pág. 51】.

Exemplo prático: Durante o Programa Saúde na Escola, revisamos mais de 200 cadernetas e atualizamos esquemas vacinais de adolescentes contra tríplice viral, HPV e meningite【pág. 51】.

Estratégias do Agente de Combate às Endemias (ACE)

O ACE atua na vigilância ambiental e epidemiológica, mas também contribui para a imunização ao identificar pessoas não vacinadas, apoiar campanhas e orientar a população【pág. 28】.
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1. Encaminhamento de usuários com vacinas atrasadas

Ao visitar imóveis para controle de vetores (como Aedes aegypti), o ACE deve observar a situação vacinal dos moradores. Caso detecte atraso, deve orientar e encaminhar à UBS【pág. 20】.

Exemplo prático: Durante o combate à dengue, identifiquei um idoso que não havia tomado o reforço da vacina contra Covid-19. Alertei a UBS e ele foi vacinado no mesmo dia【pág. 49】.

2. Apoio a campanhas de vacinação e ações em áreas remotas

O ACE é peça-chave em ações de bloqueio vacinal, que ocorrem após a detecção de surtos. Nessas situações, toda a comunidade exposta deve ser vacinada rapidamente para conter a transmissão【pág. 41】.
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Exemplo prático: Em resposta a um caso suspeito de sarampo, participei da busca ativa em área rural e da mobilização para vacinar todas as crianças e adultos não imunizados【pág. 44】.

3. Participação no Dia D e divulgação comunitária

O ACE atua na logística, divulgação e mobilização das campanhas, além de orientar moradores sobre a importância de manter a caderneta atualizada.

Exemplo prático: No Dia D da Campanha contra Poliomielite, percorri a comunidade com carro de som, distribuí folhetos e orientei mães sobre o esquema de reforço【pág. 49】.

Imunização é responsabilidade de todos

Tanto o ACS quanto o ACE têm funções estratégicas para superar a hesitação vacinal e melhorar os indicadores do PNI. Atuando em conjunto com as equipes de enfermagem e vigilância, é possível restaurar a confiança da população nas vacinas, proteger grupos vulneráveis e evitar o retorno de doenças que já haviam sido controladas no Brasil【pág. 54】.
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Fonte: JASB com informações do Conasems.
Edição Geral: JASB.
Encaminhamento de denúncia ao JASB: Acesse aqui.
Publicação: JASB - Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil - www.jasb.com.br. 

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