Pesquisadores desenvolvem Inseticida sustentável contra o Aedes Aegypti transmissor da Dengue.
Pesquisadores desenvolvem Inseticida sustentável contra o Aedes Aegypti transmissor da Dengue.
Grupos no WhatsApp | Inseticida Sustentável revoluciona o combate à dengue: Pesquisadores Brasileiros desenvolvem solução inovadora no combate ao mosquito transmissor da Dengue.
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Dengue e chikungunya no Brasil
O aumento alarmante de casos de dengue e chikungunya no Brasil, causado pelo calor extremo e pela negligência na prevenção do mosquito Aedes aegypti, levou estados como Minas Gerais a decretarem estado de emergência.
Número de pessoas contaminadas
De acordo com dados recentes do Ministério da Saúde, o número de pessoas contaminadas triplicou em comparação ao ano anterior.
Produto revolucionário
Com a vacina Qdenga ainda não disponível para todos, cientistas brasileiros dedicaram-se a desenvolver uma solução eficaz: um inseticida inovador capaz de eliminar as larvas do mosquito transmissor, contribuindo significativamente para a prevenção da dengue.
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A notícia promissora é que esse produto revolucionário é derivado de uma planta nativa do Brasil, sendo seletivo ao alvo desejado, o Aedes aegypti, sem prejudicar outras espécies aquáticas.
Origem do Inseticida
O trabalho científico por trás desse avanço é fruto da colaboração entre pesquisadores da Universidade Federal Fluminense (UFF), Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e Universidade Federal de Viçosa (UFV).
Inicialmente, os cientistas da UFF e Fiocruz identificaram o potencial inseticida no óleo essencial de uma planta chamada pindaíba (Xylopia ochrantha), comum nas restingas ao longo da costa brasileira.
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Processo permite liberação dos compostos inseticidas
O professor Leandro Rocha da UFF destaca a importância da nanoemulsificação, uma técnica utilizada para encapsular as moléculas do óleo essencial em escala nanométrica. Esse processo permite uma liberação gradual e prolongada dos compostos inseticidas, garantindo uma ação larvicida eficaz ao longo do tempo. Além disso, a tecnologia utiliza baixa energia e é livre de solventes orgânicos, tornando o produto biodegradável.
Vantagens sustentáveis e ambientais
Uma característica notável desse inseticida é a possibilidade de extrair o óleo essencial da planta sem causar danos permanentes, respeitando o equilíbrio ambiental. Esse diferencial contribui para a sustentabilidade do processo de produção.
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Seletividade do produto
A UFV desempenhou um papel crucial ao avaliar a seletividade do produto. O professor Eugênio Oliveira, do Departamento de Entomologia, enfatiza a importância de garantir que o inseticida mate apenas as larvas do mosquito-alvo, minimizando os impactos em outras espécies aquáticas. Essa capacidade seletiva é um dos principais diferenciais entre inseticidas naturais e sintéticos, reduzindo os efeitos indesejáveis em organismos não-alvo.
Seletividade eficaz
O inseticida foi submetido a testes rigorosos com larvas de Aedes aegypti e baratas d'água (Belostoma anurum), um predador natural de larvas de insetos. Os resultados revelaram uma seletividade eficaz em relação a outros organismos aquáticos, preservando peixes e insetos benéficos. Publicado na revista Sustainable Chemistry and Pharmacy, o artigo sobre essa pesquisa inovadora promete revolucionar a abordagem no combate à proliferação do mosquito transmissor da dengue no Brasil.
Fonte: Divulgação Institucional UFV
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As informações são do Portal Brasil 61.
Edição Geral: JASB.
Publicação
JASB - Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil - www.jasb.com.br.
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Dengue: Brasil registra mais de 243 mil casos prováveis da doença
Segundo o Ministério da Saúde, os estados de Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro — e o Distrito Federal — registram os maiores números de casos.
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243.721 casos prováveis de dengue
O Brasil registrou em janeiro 243.721 casos prováveis de dengue, segundo o Painel de Monitoramento de Casos de Arboviroses do Ministério da Saúde, atualizado na última quarta-feira (31). O número é 273% maior do que o registrado durante o mesmo período em 2023 (65.366 casos). Ainda segundo a pasta, foram notificados 24 mortes pela doença no período e 163 mortes estão sob investigação. Acesse a matéria completa.
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