O Brasil estreia no mata-mata da Copa ganhando de 2 x 1 do Japão.
A escalação que nunca havia se repetido: Ancelotti aposta na continuidade para o Brasil estrear no mata-mata da Copa. — Foto/Reprodução.O Brasil estreia no mata-mata da Copa ganhando de 2 x 1 do Japão.
WhatsApp: Grupos Estaduais | Inédito em 16 jogos: Ancelotti repete o Brasil e manda recado ao Japão antes do duelo em Houston. Brasil faz 2 x 1 sobre o Japão. Assista ao vídeo, acesse no final desta matéria.
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O Brasil estreia no mata-mata da Copa do Mundo 2026 contra o Japão nesta segunda-feira (29), no NRG Stadium, em Houston, Texas. Pela primeira vez desde que assumiu o comando da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti repetirá os mesmos 11 titulares de uma partida anterior — a mesma formação que venceu a Escócia por 3 a 0 e garantiu ao Brasil a liderança do Grupo C.
A decisão marca uma virada tática e psicológica na trajetória do técnico italiano à frente do escrete canarinho.
O time que Ancelotti considerou bom o suficiente para não mexer
O Brasil entrará em campo com Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Rayan, Matheus Cunha e Vinicius Júnior. No papel, o esquema se assemelha a um 4-1-2-1-2, com um losango no meio-campo — fator que será decisivo diante dos japoneses.
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A formação consolidou Bruno Guimarães e Paquetá como apoios diretos de Vini Jr. e Rayan, dupla que ganhou força ao longo da fase de grupos.
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Por que a repetição é uma novidade e o que ela diz sobre o momento do Brasil
Em 15 partidas à frente do Brasil antes deste jogo, Ancelotti sempre promoveu ao menos uma mudança entre um confronto e outro, seja por lesões, questões físicas ou escolhas táticas. Desta vez, a boa atuação diante da Escócia e a ausência de novos desfalques convenceram o comandante a apostar na continuidade.
O gesto não é apenas operacional — é uma declaração de confiança no grupo. Ancelotti escolheu a estabilidade num momento em que errar significa ir para casa.
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A voz do treinador — e o recado dado antes da bola rolar
"Jogaram bem e se pode repetir o mesmo jogo, a mesma atitude e a mesma qualidade. Estamos preparados. É um jogo que exige muito, mas a equipe pode fazer um bom jogo", explicou Ancelotti em entrevista à CazéTV.
A frase resume o raciocínio que levou à decisão inédita: quando algo funciona na Copa do Mundo, a lógica manda não mexer. E a Seleção, pela primeira vez no torneio, chega a um mata-mata com identidade definida.
O adversário que não facilita — e o que o Japão tem de diferente
Contra a seleção neerlandesa — em um dos melhores jogos da Copa do Mundo até aqui —, os japoneses controlaram a posse de bola (60%), trocaram mais passes (534 a 341) e criaram mais oportunidades de perigo do que os Países Baixos.
O Japão terminou a fase de grupos na segunda posição do Grupo F, sem nenhuma derrota em 2026, e chega confiante para o duelo. Para o Brasil, vencer um time que joga com posse e organização exige exatamente o que o losango de Ancelotti foi desenhado para oferecer: pressão rápida e transições verticais.
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O que está em jogo além da classificação
Caso confirme a vaga, a Seleção Brasileira viajará para Nova Jersey, onde enfrentará, no próximo domingo, o vencedor do duelo entre Noruega e Costa do Marfim. Mas o que está em disputa em Houston ultrapassa o chaveamento.
Depois de 15 jogos à frente da Seleção, Ancelotti encontrou sua escalação titular ideal justamente no momento mais importante de sua passagem pelo Brasil até agora. A repetição do time é, também, a afirmação de que o projeto finalmente tem forma — e que essa forma será testada no jogo mais difícil do torneio até aqui.
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Fonte: JASB - Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil - www.jasb.com.br.
Edição Geral: JASB.
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