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De R$ 40 milhões a "sem nada guardado": a trajetória financeira de Whindersson Nunes e o que o vício custou além do dinheiro.

           Whindersson Nunes em entrevista à influenciadora Maya Massafera fala como perdeu a sua fortuna.   —  Foto/Reprodução/YouTube/hottelmazzafera.
 
De R$ 40 milhões a "sem nada guardado": a trajetória financeira de Whindersson Nunes e o que o vício custou além do dinheiro.
Publicado no JASB em 18.maio.2026. Atualizado em 19.maio.2026.

WhatsApp: Grupos Estaduais Aos 31 anos, um dos maiores nomes da internet brasileira entrou num estúdio, sentou diante de um microfone e disse em voz alta o que muita gente já suspeitava — mas não esperava ouvir com tanta clareza. 
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O relato de Whindersson Nunes sobre dinheiro, drogas e as consequências de escolhas feitas no auge da fama não foi um desabafo calculado. Foi uma confissão.

O número que ninguém esperava ouvir

Durante participação no podcast de Maya Massafera, a apresentadora tentou adivinhar qual teria sido o maior valor já faturado por Whindersson em um único ano. O palpite dela foi R$ 15 milhões. A resposta surpreendeu. 

"Já teve ano aí que eu ganhei uns R$ 40 milhões. E gastei tudo com droga. Gastei tudo com gente e com o que não presta. Com o que não presta e também com o que presta", declarou o humorista. 
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A frase foi dita em tom descontraído, quase casual — o que tornou o impacto ainda maior. Um dos profissionais mais bem pagos da internet brasileira admitia, sem rodeios, que não tinha nada guardado. 


Como uma fortuna dessa escala desaparece

Whindersson afirmou que hoje não possui reservas financeiras e que precisa continuar trabalhando: "Tenho nesse momento, mas não tenho dinheiro guardado. Brinquei demais na vida. Tenho que trabalhar um tempinho." Os episódios que explicam parte do rombo têm endereço e data

Em uma viagem à Tailândia com a então ex-esposa Luísa Sonza e amigos, Whindersson teria gasto cerca de R$ 1,5 milhão em aproximadamente 15 dias, em um período que ele mesmo descreveu como marcado por excessos e decisões impulsivas
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Os gastos com drogas, más companhias e o período de dependência química que o levou a uma clínica psiquiátrica completam o quadro de uma fortuna construída em anos e dissipada em meses. 

A carreira que gerou o dinheiro — e o preço que a fama cobrou

Whindersson começou no YouTube aos 15 anos. Em 2012, uma paródia viral catapultou sua carreira. Seu canal se tornou o mais inscrito do Brasil em 2016, acumulando mais de 4 bilhões de visualizações. Além do YouTube, o humorista lotou estádios com shows de stand-up, assinou contrato com a Netflix e diversificou receitas com publicidade, música e eventos. 

A velocidade do crescimento financeiro, porém, não foi acompanhada de estrutura emocional. Whindersson chegou a se internar em uma clínica psiquiátrica para tratar dependência de álcool e saúde mental. O próprio humorista reconhece que o vício antecedeu seus relacionamentos públicos — e não foi consequência deles. 

O que disse sobre relacionamentos, trabalho e o futuro

Questionado por Maya Massafera se teria gasto parte do dinheiro com garotas de programa, Whindersson negou diretamente: "Não, não, não. Isso aí eu não gasto dinheiro, não. Porque eu não preciso, não." Ainda assim, revelou ter se envolvido com uma mulher e descoberto, só depois, que ela trabalhava na profissão. 
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Sobre trabalhar como garçom antes da fama, o humorista usou o episódio para contextualizar a situação sem julgamento. Whindersson também revelou que não pretende mais se casar e que prefere preservar a liberdade e a individualidade conquistadas após os anos de turbulência. Sobre a carreira, o recado foi direto: precisa trabalhar — e vai trabalhar. 
           Whindersson Nunes em entrevista à influenciadora Maya Massafera.   —  Foto/Reprodução/YouTube/hottelmazzafera.

A dependência química por trás do número

O relato de Whindersson importa além do valor milionário porque coloca um rosto conhecido sobre um problema que a Saúde Pública brasileira enfrenta silenciosamente. Segundo dados do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Políticas do Álcool e outras Drogas (INPAD), cerca de 10% da população adulta brasileira apresenta algum grau de dependência de álcool ou outras substâncias. 

A diferença é que a maioria não tem R$ 40 milhões para perder — e também não tem acesso fácil a tratamento. Whindersson ressaltou na ocasião que o uso de drogas antecedeu seu relacionamento com Luísa Sonza, deixando claro que a dependência não foi consequência da separação. Essa distinção importa: a dependência química não escolhe momento nem contexto — ela apenas avança enquanto não é tratada. 
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O que fica depois da confissão

Há algo incomum num homem de 31 anos, no auge da fama, que abre mão do verniz para dizer publicamente que desperdiçou uma fortuna. Whindersson mostrou maturidade ao refletir sobre os erros do passado e afirmou viver um momento de autoconhecimento, tentando lidar de forma mais consciente com fama, dinheiro e saúde emocional. 

O dinheiro foi embora. A carreira continua. E o relato que viralizou nas redes não é sobre ostentação nem sobre queda — é sobre o custo real de uma vida vivida sem freio, e sobre o que resta quando a conta finalmente chega. 


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Autor: Samuel Camêlo
Fonte: JASB - Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil - www.jasb.com.br. 
Edição Geral: JASB
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