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Final da Liga dos Campeões: no PSG, o técnico Luis Enrique usou a superioridade na Ligue 1.

            Jogadores considerados decisivos no PSG tiveram presença reduzida no campeonato nacional.   —  Foto: JASB.
 
Final da Liga dos Campeões: no PSG, o técnico Luis Enrique usou a superioridade na Ligue 1.
Publicado no JASB em 29.maio.2026. Atualizado em30.maio.2026.

WhatsApp: Grupos Estaduais No PSG, o técnico Luis Enrique utilizou a superioridade na Ligue 1 para rodar o elenco com frequência.
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Como Luis Enrique preservou seus titulares

Em diversas rodadas do campeonato francês, titulares foram poupados para chegar mais inteiros às fases decisivas da Liga dos Campeões. O resultado é um grupo principal com menos minutos acumulados e menor desgaste físico para a reta final.

Os números que explicam a vantagem francesa

Jogadores considerados decisivos no PSG tiveram presença reduzida no campeonato nacional. Ousmane Dembélé iniciou apenas 11 partidas na Ligue 1, enquanto Marquinhos também foi titular em 11 jogos. Achraf Hakimi e Désiré Doué começaram 16 partidas, enquanto Khvicha Kvaratskhelia esteve em 18. 
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Nenhum dos principais nomes atuou sequer metade dos minutos totais do time na competição nacional.

O caminho oposto adotado pelo Arsenal

No Arsenal, Mikel Arteta seguiu estratégia diferente. Em meio à disputa da Premier League, Copa da Inglaterra, Copa da Liga Inglesa e Liga dos Campeões, o treinador manteve uma base quase fixa. 

Jogadores como David Raya, Declan Rice, Martín Zubimendi, Gabriel Magalhães e William Saliba estiveram entre os atletas mais utilizados da temporada. O desgaste, portanto, passou a ser uma preocupação crescente.
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O peso da maratona na reta decisiva

Os dados analisados pela Opta mostram que nove dos 12 jogadores com mais de 3 mil minutos somados nas duas equipes atuam pelo Arsenal. 

Em todas as competições, parte importante do elenco londrino ultrapassou a marca de 4 mil minutos jogados, algo que quase não aconteceu no PSG. Esse desequilíbrio pode influenciar intensidade, recuperação física e desempenho durante os 90 — ou até 120 — minutos da decisão.

O que pode decidir a final além da técnica

Em jogos equilibrados, detalhes costumam fazer diferença. Embora qualidade técnica, estratégia e momento pesem na disputa, a capacidade física de sustentar pressão até os minutos finais poderá ser decisiva. 

Se a gestão de elenco realmente fizer diferença, o PSG pode entrar em campo com uma vantagem silenciosa, construída longe dos holofotes ao longo da temporada.
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Fonte: JASB - Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil - www.jasb.com.br. 
Edição Geral: JASB.
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