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CONACS abre o jogo sobre o que ocorreu em Brasília, durante as manifestações em prol do Piso Nacional

     Os diretores da CONACS falam sobre as novas dificuldades enfrentada na Mobilização de Brasília, diante da dupla agenda. Uma criada por Confederação e outra criada pela oposição.  —  Foto: Reprodução.
 
CONACS abre o jogo sobre o que ocorreu em Brasília, durante as manifestações em prol do Piso Nacional
Publicado no JASB em 11.outubro.2021.  

Agentes de Saúde | A direção da CONACS - Confederação Nacional dos Agentes Comunitários de Saúde, após mais uma mobilização nacional, apoiada pela categoria de todo o país, além do suporte midiático prestado pelos voluntários da MNAS - Mobilização Nacional dos Agentes de Saúde (ACS/ACE), realizou uma avaliação do evento.

De início, a direção reconhece a importância da união das duas categoria em prol das agendas que as beneficia nacionalmente. O destaque da diretoria da Confederação está focado na defesa dos trabalhadores/as. 

Dando ênfase a situação atual, não é possível ignorar que há dificuldades em tramitar as várias pautas no congresso nacional, reconhece a direção da CONACS.

Novas Dificuldades 
A direção da Confederação comentou: "...estão ficando ainda mais difíceis, uma vez que os próprios trabalhadores estão permitindo que as divergências de pensamentos, divida e enfraqueça a força da mobilização, deixando de ter foco único e dividindo a atenção da categoria e consequentemente dos parlamentares. Essas atitudes não favorecem a luta, muito pelo contrário, e isso é preocupante. 

A prova disso foi a mobilização convocada pela CONACS para o dia 4 de outubro e em virtude desse chamado, muitos  trabalhadores estiveram em Brasília, embora que outras agremiações e entidades tenham também feito o chamado em fim.


A categoria atendeu o chamado foi a Brasília, mas ficou insegura pois as atividades propostas eram de uma e de outra."

No comentário acima ficou bastante definido que houve problema, em decorrência da criação de novas agendas, após a CONACS ter agendado com a categoria a realização dos atos em Brasília. Uma pergunta básica: por que os que fazem oposição à Confederação não escolheu outra data? Estaria tentando pegar uma carona na onda criada pela Confederação, conscientes de que a categoria não atenderia, caso fosse uma agenda sem comprometimento com a estabelecida pela direção liderada por Ilda Angélica? Se a resposta é não, então, por que sempre seguem a sombra da CONACS?

A direção da Confederação continua em seu comentário:

"...Contudo a CONACS que é a entidade com reconhecimento de fato, como a mais legítima das representações  e credibilidade dentro e fora do Congresso Nacional  para falar em nome dos mais de 300 mil profissionais , assim  consegue agendar duas reuniões  com o presidente em exercício da Câmara  Federal e do Congresso  Nacional deputado Marcelo Ramos,  através do presidente da frente parlamentar em defesa dos Agentes Comunitários e Endemias  deputado federal Hildo Rocha e nestas reuniões extraímos o compromisso do presidente em pautar o veto 44 na próxima sessão congresso que acontecerá nos próximos dias 18 ou 21, para tanto já convoca a todos que pisam estar presentes ao tempo em que orienta a mobilização através das redes sociais para a derrubada deste veto e assim possamos continuar firmes no objetivo de aprovar a PEC 22/11 reajuste do piso salarial nacional. 

Tudo sempre foi com muita dificuldade e nós sempre avançamos. Continuaremos enfrentando todas as dificuldades sejam no congresso nacional ou ainda no seio da categoria, continuaremos   com o comportamento respeitoso, sereno e responsável para dar resposta positiva a todas as pautas da nossa categoria que anseia pelos avanços, esse é o nosso papel, dever e compromisso."


Esse foi o posicionamento oficial da direção da entidade que há mais de 23 anos defende os interesses da categoria a nível nacional. 
Podemos não concordar com os métodos da atual direção, até mesmo não ter simpatia por nenhum dos diretores, contudo, ninguém é hipócrita o suficiente para ignorar o legado da entidade e a importância de sua atuação, em defesa dos interesses dos ACS/ACE.

Sem união não há avanços
Enquanto se fala em união, usam as mídias sociais para estabelecer em estratégia com uso de uma linguagem que valoriza o "jurídiquês," na tentativa de passar a impressão de que os ACS/ACE estão recebendo uma assistência de qualidade. Tentam passar a ideia de que a categoria pode confiar em quem passou mais de 10 anos criando leis, que agora ataca, apontando como erros dos outros os próprios erros. Essa situação é muito delicada e constrangedora. 

JASB - Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil

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