R$ 296 mil: motocicletas elétricas foram entregues aos Agentes de Saúde, que não pagam para trabalhar.
O investimento veio de emenda parlamentar do deputado Max Russi, presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso. — Foto/Reprodução.R$ 296 mil: motocicletas elétricas foram entregues aos Agentes de Saúde, que não pagam para trabalhar.
WhatsApp: Grupos Estaduais | A prefeitura Itanhangá (Mato Grosso) entregou motocicletas elétricas a Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias em investimento total de aproximadamente R$ 296 mil. Veja o acesso ao vídeo, baixo.
--
-ad5
Os recursos vieram de emenda parlamentar do deputado Max Russi, presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, no valor de R$ 100 mil, somados a R$ 196 mil de recursos próprios do município. A decisão de complementar com recursos municipais revela comprometimento concreto da gestão local com a valorização da categoria. Saiba quais cidades já distribuíram motocicletas, link no final desta matéria.
O evento foi realizado na última quinta-feira, 21 de maio, por volta das 14h, na quadra de esportes da Escola Municipal Paulo Freire, em Itanhangá.
A parceria que tornou a entrega possível
O investimento combina duas fontes: a emenda parlamentar do deputado Max Russi e o aporte direto da Prefeitura Municipal — que escolheu complementar o recurso externo com quase o dobro do valor, usando caixa próprio.
--
-ad4
O modelo de cofinanciamento é pouco comum. A maioria dos municípios aguarda emendas para agir. Este foi além — e isso faz diferença no resultado final para os profissionais que receberão os equipamentos. O prefeito de Itanhangá, Emerson Sabatine, manifestou gratidão ao deputado Max Russi.
VEJA TAMBÉM:
Por que a bicicleta elétrica importa — e o que ela muda na rotina
O ACS trabalha no território. Percorre ruas, becos, áreas rurais e periferias todos os dias. Sem transporte adequado, parte dessas visitas simplesmente não acontece — ou acontece com o profissional usando moto ou bicicleta própria, bancando combustível e manutenção do próprio bolso. A bicicleta elétrica resolve essa equação com eficiência, economia e sustentabilidade.
--
-ad6
Entre os impactos diretos esperados com os novos equipamentos estão:
💠 Mais visitas domiciliares por dia — com menor tempo de deslocamento entre microáreas;
💠Redução do desgaste físico — especialmente em dias de calor intenso e territórios extensos;
💠Fim do custo próprio — o ACS deixa de bancar com o próprio bolso o transporte do serviço público;
💠 Maior cobertura territorial — alcançando famílias em áreas periféricas e de difícil acesso a pé;
💠 Eficiência no Combate às Endemias — inspeções mais rápidas e mais imóveis visitados por turno.
Max Russi e a linha de atuação que a categoria já conhece
O deputado Max Russi tem histórico documentado de investimentos em mobilidade para ACS e ACE em Mato Grosso. Em Arenápolis, destinou emenda de R$ 110 mil para 22 motocicletas elétricas. Em Novo São Joaquim, viabilizou motocicletas para as equipes.
--
-ad7
Em Guiratinga, firmou compromisso para novos equipamentos após reunião com a categoria. A atuação coloca o parlamentar como uma das referências estaduais na pauta de valorização dos profissionais da Atenção Básica em Saúde.
Inovação, sustentabilidade e dignidade no mesmo veículo
motocicletas elétricas não poluem, não consomem combustível fóssil e têm custo de manutenção significativamente menor do que motocicletas. Para o município, o custeio é menor no médio prazo. Para o ACS, é fim da exposição ao risco do trânsito de moto.
Para a população, é mais presença, mais frequência e mais saúde chegando à porta de casa. A equação é simples: investir em quem cuida é investir em saúde — e os números do SUS já comprovaram que essa é a aplicação de maior retorno em toda a Saúde Pública brasileira.
O exemplo que precisa se multiplicar — e o direito que já existe em lei
A Lei Federal nº 11.350/2006, alterada pela Lei nº 15.014/2024, obriga os municípios a fornecer ou custear a locomoção dos ACS e ACE. O que este município fez não é gentileza — é cumprimento da lei, com um passo a mais. Centenas de prefeituras ainda ignoram essa obrigação.
--
-ad9
O modelo adotado aqui — emenda parlamentar mais recurso próprio — mostra que a vontade política transforma o que a lei ainda não forçou. E que o ACS merece, sempre, mais do que o mínimo.
Assista ao vídeo (direto no Youtube):
Autor: Samuel Camêlo
Fonte: JASB - Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil - www.jasb.com.br.
Edição Geral: JASB.
Encaminhamento de denúncia ao JASB: Acesse aqui.
--
-ad9
O jornalismo do JASB.com.br precisa de você para continuar marcando ponto na vida das pessoas. Compartilhe as nossas notícias em suas redes sociais!





Faça o seu comentário aqui!