Morte em academia: quem era a mulher vítima de piscina com cloro adulterado.
Caso envolvendo uma morte e diversos internamentos, teve grande destaque em vários veículos de comunicação do país. — Foto/Reprodução/Fala Brasil.Morte em academia: quem era a mulher vítima de piscina com cloro adulterado.
WhatsApp: Rede do JASB | A professora Juliana Faustino, de 27 anos, morreu após passar mal durante uma aula de natação na academia C4 Gym, no sábado, 7 de fevereiro de 2026. Saiba mais sobre o caso.
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💔 Perda de Juliana durante aula
A professora Juliana Faustino Bassetto morreu após passar mal durante uma aula na academia C4 Gym, no bairro Parque São Lucas, na zona Leste de São Paulo (SP). A investigação aponta intoxicação por cloro adulterado na água da piscina, que provocou uma parada cardíaca nela e deixou outras pessoas hospitalizadas.
👩 Perfil da vítima e trajetória profissional
Juliana era formada em Pedagogia, com pós-graduação em Alfabetização e Letramento e atuava como professora há cerca de seis anos.
Segundo relatos familiares, ela era dedicada aos estudos, apaixonada pelo trabalho com crianças e reconhecida por sua ética e responsabilidade. A mãe descreveu a filha como “uma jovem íntegra, emocionalmente madura e cheia de planos”.
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🧪 Circunstâncias da intoxicação e sintomas
Durante a aula de natação, frequentadores perceberam um forte odor químico na área da piscina, seguido de ardência nos olhos e nas vias respiratórias, além de vômitos.
O delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Artur Dian, afirmou que o cloro estava misturado a outro produto ainda não identificado, o que levou à intoxicação das vítimas.
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🏥 Outras vítimas e desdobramentos de saúde
Além de Juliana, o marido dela e outras pessoas que participavam da aula também sofreram intoxicação e foram internados. Algumas tiveram alta hospitalar posteriormente, incluindo Letícia Oliveira, de 29 anos, que ficou na UTI por quatro dias antes de receber alta.
👮 Investigação e indiciamentos
A Polícia Civil de São Paulo indiciou os três proprietários da academia por homicídio, por causa do uso incorreto e excessivo de produtos químicos na piscina.
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A investigação apontou que o local operava sem alvará de funcionamento e que um funcionário sem qualificação técnica foi responsável pela preparação dos produtos aplicados no tratamento da água.
⚖️ Irregularidades apontadas pelos investigadores
O inquérito também revelou que a quantidade de cloro aplicada em um único dia era equivalente à dose recomendada para uma semana, o que pode ter agravado a formação de substâncias tóxicas na piscina.
Há relatos de problemas anteriores na água do local, como sujidade e espuma, e de ordens de sócios para “clorada mais forte” por meio de mensagens de celular a funcionários sem formação técnica, segundo matéria da CNN Brasil.
📊 Repercussão e funcionamento da academia
O episódio motivou a interdição da academia pela Prefeitura de São Paulo e intensificou o debate sobre fiscalização de estabelecimentos com piscinas e o uso adequado de produtos químicos.
As autoridades continuam investigando a responsabilização civil e criminal dos envolvidos, enquanto familiares e frequentadores ainda lidam com os efeitos do incidente.
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Fonte: JASB com informações da CNN Brasil e Agência Brasil.
Edição Geral: JASB.
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Publicação: JASB - Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil - www.jasb.com.br.
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