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Mais de R$ 7 mil: Plano de Carreira é o caminho para ACS e ACE alcançar o teto de seus salários.

           Há agentes que só recebe o base e algumas vantagens e há os que recebem acima de R$ 7 mil, mais vantagens.   —  Foto ilustrativa/JASB.com.br.
 
Mais de R$ 7 mil: Plano de Carreira é o caminho para ACS e ACE alcançar o teto de seus salários.
Publicado no JASB em 27.fevereiro.2026. Atualizado em 28.fevereiro.2026.

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🚨 Plano de Carreira é o caminho para superar o Piso de R$ 3.242

Agentes Comunitários e de Combate às Endemias de todo o Brasil têm um desafio estratégico pela frente: não se limitar ao salário base nacional, atualmente fixado em R$ 3.242. Embora o piso seja constitucional, ele não pode ser encarado como teto.

ACS e ACE investiram milhões de reais ao longo de 16 anos de luta por mais 1 salário mínimo para completar os 2 mínimos e não deve se conformar em receber apenas o Piso Nacional. Desde 2022, que mais de 60% das duas categoria escolheram o Piso de 3 salários mínimos com pauta principal, mas estão sendo ignorados. 

💵Apenas mais 1 salário mínimo 

O Piso de 3 mínimos representa apenas mais 1 salário mínimo sobre os 2, que já são pagos. 
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Não são 3 novos salários mínimos. Infelizmente, estão empurrando a pauta para 2030. Se isso acontecer, cada ACS e ACE terão que investir mais dinheiro de suas rendas com pagamento de taxas associativas, envio de PIX para entidade e até pagamento de Sorteio

💸Focar no Plano de Carreira

Experiências divulgadas pelo JASB mostram que municípios que estruturaram corretamente seus Planos de Carreira já garantem vencimentos que ultrapassam os R$ 7 mil, provando que valorização real depende de organização, mobilização e técnica legislativa.


📊 Piso nacional não é limite: é ponto de partida

A legislação assegura o piso, mas a remuneração final depende da estrutura criada em cada município. Sem um Plano de Carreira bem elaborado, o profissional permanece estagnado no valor mínimo, sem progressão real.
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É exatamente nesse ponto que entra a importância da construção técnica da carreira, que pode incluir:

A valorização só se concretiza quando o plano contempla:

✅ Progressão por tempo de serviço;

✅ Evolução por titulação e qualificação técnica;

✅ Incentivos por desempenho e metas;

✅ Adicionais vinculados à complexidade das funções;

✅ Estrutura de níveis e classes com reajustes escalonados

🏛️ Cidades que romperam a barreira dos R$ 7 mil

Municípios como Ponta Grossa (SP), Brasília (DF), Condado (PB) e Coronel João Sá (BA) já são citados como referência nacional quando o assunto é valorização salarial de ACS e ACE. 
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Nas citadas localidades, a elaboração consistente do Plano de Carreira permitiu que os vencimentos superassem com folga o piso nacional.

O JASB já divulgou casos em que a remuneração pode chegar a R$ 7.639,99, consolidando um novo patamar de reconhecimento profissional.
           Carreira de Agente Comunitário de Saúde e de Combate às Endemias é sancionada em Ponta Grossa-PR.   —  Foto/Reprodução.

📈 O que diferencia um plano fraco de um plano eficiente

Nem todo Plano de Carreira garante valorização real. Muitos municípios aprovam estruturas genéricas, que mantêm os agentes praticamente no mesmo patamar salarial por anos.

A diferença está na qualidade técnica da proposta e na capacidade de negociação da categoria.

Para que o plano produza resultados concretos, é essencial fazer algumas observações.

A experiência das cidades que avançaram mostra que é indispensável incluir:

✅ Tabela salarial com variação significativa entre níveis;

✅ Critérios objetivos e automáticos de progressão;

✅ Garantia de atualização periódica da estrutura;
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✅ Participação da categoria na construção do texto legal;

✅ Compatibilidade entre impacto financeiro e previsão orçamentária.

🔎 Mobilização local é decisiva

A construção de um bom Plano de Carreira não nasce por acaso. Ela exige organização da categoria, diálogo com o Legislativo municipal e acompanhamento técnico durante a tramitação do projeto de lei. Onde houve mobilização estruturada, houve avanço salarial.

Por outro lado, onde não houve planejamento, os agentes seguem limitados ao piso de R$ 3.242, mesmo após anos de serviço.


📢 Recado aos ACS e ACE de todo o Brasil

O exemplo já existe. Os números comprovam. O que falta, em muitos municípios, é articulação estratégica para transformar o piso em ponto de partida e não em limite definitivo.

A experiência de cidades que já ultrapassaram os R$ 7 mil demonstra que a valorização depende menos de promessa política e mais de elaboração técnica e pressão organizada. Plano de Carreira bem construído não é detalhe administrativo — é instrumento de justiça salarial e reconhecimento profissional.
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Fonte: JASB - Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil - www.jasb.com.br. 
Edição Geral: JASB.
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