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Na Telinha: De episódio mais visto da internet a 100 países: "Masha e o Urso" renova com a Netflix.

           A Netflix adquiriu a 8ª e a 9ª temporadas da animação.   —  Foto/Reprodução.
 
Na Telinha: De episódio mais visto da internet a 100 países: "Masha e o Urso" renova com a Netflix3
Publicado no JASB em 18.junho.2026. Atualizado em 22.junho.2026.

WhatsApp: Grupos Estaduais "Masha e o Urso" chega novamente: Netflix fecha acordo para 2 novas temporadas em 100 países. Dezessete anos depois de sua estreia, "Masha e o Urso" segue conquistando território. 
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O fenômeno russo que não para: Netflix amplia contrato de "Masha e o Urso" globalmente

A Netflix adquiriu a 8ª e a 9ª temporadas da animação russa e ampliou o contrato para incluir temporadas anteriores e spin-offs — consolidando a presença da série em mais de 100 países.

O acordo: o que a Netflix conquistou

A Animaccord Animation Studio, produtora da série, confirmou que a Netflix expandiu significativamente seu contrato de licenciamento. O acordo agora cobre as temporadas inéditas 8 e 9, além das temporadas anteriores e dos spin-offs "As Histórias de Masha" e "As Histórias Assustadoras de Masha".
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A abrangência geográfica é o que torna esse acordo particularmente relevante: a Netflix passa a transmitir a série em mais de 100 países distribuídos pela Europa, América Latina, América do Norte e Oriente Médio.


A versão dublada estará disponível em diversos idiomas, incluindo espanhol, inglês, francês, alemão, italiano e árabe.

O que vem nas novas temporadas

Segundo a Animaccord, as temporadas inéditas trazem uma virada importante na rotina da protagonista: Masha vai à creche pela primeira vez em toda a história da série — um marco que muda a dinâmica que sustentou o programa por quase duas décadas, sempre centrada na floresta e na relação entre a menina e o urso.
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As novas temporadas também trazem as aventuras de inverno de Masha com a família Yeti, ampliando o universo de personagens que cercam a protagonista. A produtora promete episódios especiais em formato de evento e momentos marcantes para os personagens já consolidados pelo público.
           "Masha e o Urso" estreou na Rússia em janeiro de 2009.   —  Foto/Reprodução.

O fenômeno que começou em 2009

"Masha e o Urso" estreou na Rússia em janeiro de 2009, criada pelos estúdios de animação Animaccord. A premissa é simples: uma menina curiosa e travessa que vive perto de uma floresta constrói amizade com um urso aposentado do circo — e a dupla se envolve em aventuras que misturam humor físico, contos populares russos e lições sutis sobre convivência.

A série não demorou a se tornar um fenômeno fora da Rússia. No Brasil, chegou em outubro de 2014 pelo canal Boomerang, antes de migrar para streaming. Cada temporada tradicionalmente reúne 26 episódios — com exceção da 4ª temporada, que teve apenas 13.

O episódio que quebrou a internet

O detalhe mais surpreendente da trajetória da série é estatístico. O episódio 17, intitulado "Receita para o Desastre", tornou-se oficialmente o vídeo de desenho animado mais visto da história da internet — superando produções de orçamento muito maior e de franquias muito mais conhecidas no Ocidente.
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Esse recorde explica, em parte, por que plataformas globais como a Netflix continuam investindo na expansão de direitos de uma série que, para o público adulto ocidental, é frequentemente desconhecida — mas que sustenta uma base de audiência infantil massiva e recorrente em dezenas de países.

Por que esse acordo importa no contexto atual

A expansão do contrato da Netflix com a Animaccord ocorre num momento em que produções russas enfrentam barreiras crescentes em mercados ocidentais, em razão do contexto geopolítico das últimas temporadas. 

"Masha e o Urso", no entanto, segue como exceção notável: uma produção de entretenimento infantil que continua sendo licenciada e distribuída amplamente, sem o mesmo escrutínio político que afeta outros conteúdos de origem russa.

Para a Netflix, a aposta é estratégica: conteúdo infantil de longa duração, com base de fãs consolidada e baixo custo de aquisição comparado a produções originais, tende a gerar retenção de assinantes em mercados onde a plataforma busca crescimento — especialmente América Latina e Oriente Médio, regiões explicitamente mencionadas no novo acordo.

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Autor: Samuel Camêlo.
Fonte: JASB - Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil - www.jasb.com.br. 
Edição Geral: JASB.
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