Parauapebas: Agentes Comunitários e de Endemias paralisam atividades por falta de indenização de transporte.
Parauapebas: Agentes Comunitários e de Endemias paralisam atividades por falta de indenização de transporte.
WhatsApp: Grupos Estaduais | Greve afeta Parauapebas: Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias pagam para trabalhar e exigem repasse da prefeitura. Assista ao vídeo no final desta reportagem.
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Categorias reivindicam o cumprimento da lei federal sobre o auxílio transporte
Reportagem do JASB - Os Agentes Comunitários e de Endemias de Parauapebas, no Pará, entraram em greve nesta terça-feira (1º). O movimento ocorre porque os profissionais estão tirando dinheiro do próprio bolso para bancar os deslocamentos a trabalho.
A categoria exige que a prefeitura pague a indenização de transporte prevista na legislação federal. A interrupção das atividades muda bruscamente o cenário do atendimento preventivo nos bairros.
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O impacto da greve nos serviços básicos
A suspensão dos trabalhos atinge em cheio a rotina de prevenção médica das famílias. Sem as equipes em campo, a comunidade perde temporariamente sua principal rede de proteção social.
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Entre os pontos destacados estão:
💠 Suspensão das visitas domiciliares de rotina a gestantes e pacientes crônicos;
💠 Interrupção das ações de combate a vetores de doenças locais, como a dengue;
💠 Risco de aumento nas notificações de surtos epidemiológicos nos bairros afetados.
A origem do protesto esbarra diretamente nas despesas diárias cobradas desses servidores.
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A cobrança pelo repasse de custos
O serviço diário exige que os profissionais percorram longas distâncias para cobrir as áreas designadas. Sem suporte municipal, muitos usam veículos próprios ou gastam parte do salário com combustível para não deixar a população desassistida.
Os agentes Gustavo Bastos e Sandra Dejane relataram durante o ato o forte desgaste financeiro provocado pela omissão da prefeitura. Essa sobrecarga econômica ignora uma diretriz trabalhista já validada no país.
Agentes Comunitários e de Combate às Endemias reivindicam pagamento de indenização de transporte. — Foto/Reprodução/Rede Globo.A base legal da reivindicação trabalhista
A exigência dos servidores não depende de um acordo novo, mas do cumprimento de regras federais vigentes. O repasse para custear o transporte em áreas de grande extensão é um direito da linha de frente do sistema público.
Entre os pontos destacados estão:
💠 Descumprimento contínuo da legislação nacional por parte do Executivo municipal;
💠 Falta de uma frota de veículos oficiais capaz de transportar todas as equipes;
💠 Exigência formal da representação sindical para a regularização imediata do pagamento.
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Com o cenário de impasse prolongado, as lideranças intensificaram a pressão de forma organizada.
A força da mobilização sindical
O líder do Sindsaúde de Parauapebas, Marden Lima, coordena pessoalmente as ações pelas vias públicas da cidade. A atuação sindical tenta garantir que a cobrança sobre o poder público siga estratégias baseadas nas leis do trabalho.
Agentes de Combate às Endemias fala sobre o descaso da gestão municipal com a categoria. — Foto/Reprodução/Rede Globo.O aviso entregue à prefeitura é direto: as equipes continuam de braços cruzados até que o custeio do transporte seja resolvido. O tempo de duração do movimento depende agora da resposta administrativa do governo local.
O futuro da atenção básica na cidade
A paralisação revela uma contradição administrativa inegável na gestão municipal: quem deveria cuidar da saúde das famílias acaba pagando para exercer a função.
Enquanto a prefeitura retiver a verba indenizatória, o trabalho preventivo seguirá estagnado. A solução da crise exige um ajuste orçamentário ágil e respeito imediato às garantias da classe trabalhadora. O desfecho dessa cobrança definirá o ritmo do retorno da assistência nas ruas de Parauapebas.
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Assistam o vídeo abaixo (clique 2 vezes para ver):
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Fonte: JASB - Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil - www.jasb.com.br.
Edição Geral: JASB.
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