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Brasileiro vê gastos excessivos, mas sustenta apoio a benefícios vinculados ao mínimo. https://www.jasb.com.br/2026/03/gastos.html?m=1

           Pesquisa revelou apoio ao pagamentos como benefícios previdenciários, Benefício de Prestação Continuada (BPC), seguro-desemprego e abono salarial.   —  Foto: JASB.com.br.
 
Brasileiro vê gastos excessivos, mas sustenta apoio a benefícios vinculados ao mínimo.
Publicado no JASB em 01.março.2026.Atualizado em 02.março.2026.

WhatsApp: Rede do JASB Uma pesquisa do Instituto Ideia, encomendada pelo Movimento Orçamento Bem Gasto, mostra que a maioria dos brasileiros considera a gestão do Orçamento público um problema grave e acredita que o governo federal gasta mais do que pode. Veja outros resultados da pesquisa. 
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📊 Contradição na percepção sobre contas públicas

A mesma pesquisa do Instituto Ideia constatou que, os brasileiros apoiam a manutenção de benefícios vinculados ao salário mínimo e pisos constitucionais em áreas sociais.

📈 Visão sobre despesas e prioridades fiscais

O levantamento, que ouviu 1.518 brasileiros entre 3 e 8 de dezembro de 2025, apontou que 55% afirmam que o governo gasta mais do que poderia e seis em cada dez veem a gestão do Orçamento como um problema grave para a sociedade

A corrupção lidera entre os principais problemas apontados (39%), seguida por má gestão e desperdício (19%) e gastos excessivos (15%).
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💰 Apoio a benefícios atrelados ao salário mínimo

Apesar da preocupação com gastos públicos, 78% dos entrevistados defendem que benefícios pagos pelo governo sejam reajustados anualmente de acordo com o salário mínimo. 

O resultado inclui pagamentos como benefícios previdenciários, Benefício de Prestação Continuada (BPC), seguro-desemprego e abono salarial, despesas que figuram entre as que mais crescem no Orçamento.

🏛️ Regras fiscais e vinculações orçamentárias

Atualmente, o arcabouço fiscal em vigor, aprovado em 2023, limita o crescimento real das despesas a 2,5% ao ano, e uma regra aprovada em 2024 mantém a vinculação de benefícios ao salário mínimo com esse limite. 
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A pesquisa revela divergências sobre possíveis mudanças: 31% apoiam totalmente uma alteração nas regras de vinculação, enquanto 31% apoiam parcialmente.

📉 Outros pontos de debate entre os entrevistados

O levantamento mostra ainda que 63% defendem valor mínimo obrigatório de investimento em Saúde e Educação, e que a população apoiaria a redução de emendas parlamentares (76%) e medidas contra supersalários no funcionalismo público (até 73% somando apoio total e parcial).
           A pesquisa aponta uma tensão essencial entre o desejo popular por controle de gastos públicos e a preferência pela manutenção de mecanismos de proteção social.   —  Foto: JASB.com.br.

👨‍💼 Análise de especialistas sobre a percepção pública

Segundo Fabio Giambiagi, pesquisador associado do FGV/Ibre, os resultados evidenciam uma contradição nas percepções:

Se você perguntar para qualquer pessoa: você quer pagar mais ou menos imposto? Ela vai dizer: vou querer pagar menos. Você quer que o governo gaste mais ou menos com Saúde e Educação? Ela vai dizer: que gaste mais. Quando você coloca tudo isso no conjunto, a conta não fecha”, declarou Giambiagi em entrevista ao Estadão Conteúdo.

🧾 Equilíbrio entre gasto e proteção social

A pesquisa aponta uma tensão essencial entre o desejo popular por controle de gastos públicos e a preferência pela manutenção de mecanismos de proteção social que pressionam as contas federais. 
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A dicotomia reflete desafios políticos e técnicos que cercam o debate sobre a sustentabilidade fiscal e o papel do Estado no Brasil atual



Fonte: JASB - Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil - www.jasb.com.br. 
Edição Geral: JASB.
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