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'Parasitas carnívoros comeram meu olho': jovem perde visão após dormir usando lentes de contato.

        Mike Krumholz dormiu utilizando lentes de contato e perdeu a visão de um olho.   —  Foto/Reprodução/.
 
'Parasitas carnívoros comeram meu olho': jovem perde visão após dormir usando lentes de contato.
Publicado no JASB em 06.junho.2024. Atualização em 12.junho.2024.

Grupos no WhatsApp Você já dormiu de lentes de contato? Para Mike Krumholz, de 21 anos, uma soneca rápida com o item nos olhos foi o suficiente para que ele perdesse a visão, devido a um raro parasita carnívoro. 
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Dormir por 40 minutos 

O jovem da Flórida, nos Estados Unidos, decidiu dormir por 40 minutos após um dia agitado no trabalho, no qual é, por meio período, babá. 

Raro parasita comedor de carne

Durante os últimos sete anos em que usa lentes, ele já contraiu infecções oculares ou ficou com os "olhos rosa" por se esquecer de tirá-las. No entanto, ele nunca pensou que seria diagnosticado com ceratite (inflamação da córnea) por Acanthamoeba — um raro parasita comedor de carne que está se alimentando do olho direito dele. 

O incômodo 

"Minhas lentes de contato ficaram realmente irritadas, como se estivessem flutuando nos meus olhos. Eu as tirei e não havia nada de errado", conta Mike. "Então, na manhã seguinte, acordei, fui jogar beisebol e tive que tirar as lentes imediatamente. Eu disse aos meus pais: Tenho que ir ao oftalmologista, algo não está certo'."

Escuridão quase completa

Por causa do parasita, o jovem não pôde mais trabalhar nem retomar seus estudos universitários e está sentado na escuridão quase completa há mais de 50 dias, desde a temida soneca de 40 minutos, em 19 de dezembro de 2022.
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O isolamento 

"No meu quarto, mantenho as persianas fechadas e todas as luzes apagadas", disse Mike ao tabloide britânico Daily Star. “É muito estranho não poder ver as pessoas. Você não quer que as pessoas se sintam mal por você, mas ao mesmo tempo você quer viver como um jovem de 21 anos que está na faculdade."

        Mike nunca pensou que seria diagnosticado com ceratite por 'Acanthamoeba' Mike nunca pensou que seria diagnosticado com ceratite por 'Acanthamoeba'.   —  Foto/Reprodução.

Mentalmente forte

Embora o estudante universitário se orgulhe de ser mentalmente forte e esteja "orgulhoso" de sua tolerância à dor, ele reconheceu que nada poderia tê-lo preparado para a dor física que suportou.

“Eu não poderia explicar uma dor como essa na minha vida. É como um choque constante, é uma dor constante. Tenho gritado de dor", relata. 

Os casos em quem usa lentes de contato 

De acordo com os CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças), apenas 1 em 33 casos a cada milhão de usuários de lentes de contato em "países desenvolvidos" é diagnosticado com a rara ceratite por Acanthamoeba. Assim, a infecção grave pode ser confundida com algo mais comum, como no caso de Mike.
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Diagnóstico tardio 

O jovem precisou passar por sete profissionais médicos e demorou mais de um mês para receber o diagnóstico correto, o que foi prejudicial para a recuperação do olho.

Cinco oftalmologistas e dois especialistas em córnea depois, Mike foi diagnosticado com HSV, o vírus do herpes simples 1, embora não tivesse certeza de como teria conseguido isso.

Em seguida ele recebeu prescrição de antibióticos e depois esteroides, e estes últimos fizeram mais mal do que bem e aceleraram a taxa de propagação do parasita.

"Eles [os médicos] trataram e ficou cada vez pior e pior a cada dia", relembra o estudante. "Em 21 de janeiro, eles me ligaram de volta para dizer que eu tenho ceratite por Acanthamoeba."

Desde que Mike recebeu o diagnóstico correto, ele passou por terapia fotodinâmica — que também é usada em pacientes com câncer — com cirurgia de retalho conjuntival, na qual os cirurgiões pegam o "branco" do olho dele e o colocam sobre a pupila para dar uma chance de combater o parasita.
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Mike conscientiza pessoas dos perigos de dormir com lentes de contato Mike conscientiza pessoas dos perigos de dormir com lentes de contato.

No entanto, o universitário atualmente não tem visão no olho direito, exceto por “piscando em preto e cinza”, ao qual ele comparou com a estática de uma TV.

        Mike Krumholz.   —  Foto/Reprodução.

O quadro atual de Mike

"A pupila está coberta. Não tenho uma agora, você não pode vê-la", explicou Mike. "Isso é porque a córnea está muito turva e porque o ampea (parasita) comeu muito dela. Eles disseram [os médicos] que não sou elegível agora para um transplante de olho porque tenho 21 anos."

Ação de conscientização 

Sem saber qual será o futuro de sua visão, o jovem agora conscientiza as pessoas no TikTok dos perigos de ficar com lentes de contato enquanto dormem — ou até mesmo de tomar banho com elas. Ele já acumula mais de 20 mil seguidores e milhões de visualizações. 
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A luta para se manter 

Mike também está arrecadando dinheiro para ajudar a sustentá-lo enquanto luta contra o parasita debilitante. Ele já arrecadou 3.850 dólares (cerca de R$ 20 mil) de sua meta de 10 mil dólares (R$ 52,2 mil). 

* Estagiária do Ri7i, sob supervisão de Celso Fonseca.


As informações são do Portal Ri7i.

Edição Geral: JASB.

Publicação
JASB - Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil - www.jasb.com.br.

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Vírus comedor de olhos se alimenta de jovem de 19 anos.

        Vírus comedor de olhos se alimentava de jovem de 19 anos.   —  Foto/Reprodução/Unsplash/ND.
Publicado no JASB em 06.junho.2024. 

Um vírus comedor de olhos se alimenta de uma jovem de apenas 19 anos. O caso foi descoberto por Jessica Greaney, quando a mesma marcou o médico pela primeira vez após os incômodos que vinha sentindo no olho. A matéria foi publicado no último dia 04 de junho, no NDMais.
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Até a sua ida ao médico, a jovem britânica não fazia ideia de que um parasita, um vírus comedor de olhos, estava morando em sua córnea. No entanto, as consequências eram muito piores do que ela podia imaginar.

Os sintomas foram piorando e os próprios amigos dela decidiram levá-la para o hospital para ver o que seria. O primeiro diagnóstico foi uma úlcera.

“Eu sentia como se houvesse algo no meu olho, porque ele ficava fechando toda hora”, disse a jovem.

Depois de uma semana do tratamento para úlcera no olho, ela fez outros exames. Após os testes, os médicos identificaram o problema real.

O que é o vírus comedor de olhos

Jéssica estava com ceratite amebiana, uma doença causada pelo protozoário parasita Acanthamoeba Keratitis.

Este organismo é um tipo de ameba encontrada em ambientes aquáticos, como água doce, solo úmido e até mesmo em piscinas, banheiras de hidromassagem e lentes de contato contaminadas.
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Quando a Acanthamoeba entra nos olhos, geralmente através do contato com água contaminada, ela pode causar uma infecção na córnea, que é a camada transparente na parte frontal do olho.

Os sintomas da Acanthamoeba Keratitis podem incluir vermelhidão ocular, dor intensa, sensibilidade à luz, visão turva e a sensação de ter um corpo estranho no olho.

       Vírus comedor de olhos se alimentava de jovem de 19 anos – Foto: Reprodução/Freepik/ND
Como ficou jovem infectada?

O tratamento da Acanthamoeba Keratitis pode ser desafiador e geralmente envolve o uso de colírios ou pomadas antifúngicas, antibióticas ou antivirais específicas para combater a ameba. Em casos mais graves, pode ser necessário o uso de medicamentos orais ou procedimentos cirúrgicos para remover o tecido infectado da córnea.

Prevenir a Acanthamoeba Keratitis envolve práticas de higiene adequadas, como lavar as mãos antes de manusear as lentes de contato, evitar o contato com água não tratada enquanto se usa lentes de contato e seguir as instruções de limpeza e armazenamento das lentes de contato corretamente.
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Jessica compartilhou com a BBC Londres, que a infecção é mais prevalente em pessoas que usam lentes de contato, pois o protozoário responsável pela infecção pode ser encontrado na água. Quando a lente entra em contato com a água contaminada e depois é colocada no olho, o protozoário pode se alojar ali.

Ela descreve o processo como o protozoário se prendendo ao olho e começando a causar danos, o que resulta em dor intensa.

Mesmo sendo meticulosa com a limpeza das suas lentes, Jessica percebeu que ainda corria o risco de contaminação ao deixá-las na pia do seu quarto.

Ela aconselha contra o hábito de nadar ou tomar banho com as lentes de contato, enfatizando que os riscos não valem a pena.

Após seguir um tratamento rigoroso por quatro dias, Jessica experimentou uma melhora significativa. Ela não sente mais dor e sua visão melhorou, mas ainda precisa aplicar colírio várias vezes ao dia para garantir a saúde ocular.

Apesar da frequência dos colírios, Jessica considera uma redução significativa em comparação com o tratamento anterior à melhora. A descoberta da jovem ocorreu  em 2015.


As informações foram publicada recentemente em NDMais, tendo sido publicada antes no G1. BBC, O Globo.
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Bebê de 1 ano morre após receber medicação na veia em UPA.
        Lua Smith tinha 1 ano e 3 meses.   —  Foto/Reprodução/Arquivo Pessoal.
 
Publicado no JASB em 05.junho.2024. Atualização em 06.junho.2024. 

Grupos no WhatsApp Caso ocorreu na Zona Leste de São Paulo.
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Inquérito foi aberto

A Polícia Civil de São Paulo abriu inquérito para investigar a morte de uma bebê de 1 ano e 3 meses ocorrida na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 26 de Agosto, que fica em Itaquera, na Zona Leste da capital. 

A criança recebeu medicação na veia

De acordo com depoimento da mãe, a criança, Lua Smith, morreu logo após receber uma medicação na veia.

A investigação 

O caso está sendo investigado pelo 65º DP (Artur Alvim), onde a mãe da menina prestou depoimento na segunda-feira (22/05). De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), uma enfermeira está sendo investigada.

Exames necroscópicos e toxicológicos

A polícia ainda faz diligências, e os agentes requisitaram exames necroscópicos e toxicológicos ao Instituo Médico Legal (IML). Os nomes dos envolvidos não foram informados.


As informações são do Pilieinio Nieiwis.
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Bactéria fatal: decreto da Anvisa retira de 5 marcas de leite dos supermercados.
        Anvisa determina a retirada de 5 marcas de leite dos supermercados.   —  Foto/Reprodução/TV Fioicio.
 
Publicado no JASB em 30.maio.2024.  

Grupos no WhatsApp | Os riscos impostos por Bactérias fatais: O decreto da Anvisa com a retirada de 5 marcas de leite dos supermercados representa a tentativa de salvar a vida de bebês.
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5 marcas de leites voltada para os bebês

A Anvisa proibiu 5 marcas de leites, voltada para os bebês por conta de uma bactéria fatal. Os lotes tiveram que sair das prateleiras dos supermercados, para os consumidores não correrem mais riscos.

Vigilância sanitária

A vigilância sanitária é o principal órgão responsável pela averiguação de todos os produtos, desde a sua fabricação, até o momento em que estão disponíveis para venda. Assim, quando identificam algum problema, rapidamente emitem um alerta aos consumidores. 

O consumo de leite

O leite é um dos produtos mais consumidos pelos brasileiros e fundamental para o desenvolvimento do bebê. Justamente algumas marcas voltada às crianças tiveram problemas em sua fabricação.
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Recolhimento de fórmulas infantis

De acordo com o portal ‘CNN’, em março de 2022 a Anvisa pediu o recolhimento das fórmulas infantis das marcas Human Milk Fortiffier, Similac PM 60/40, Similac, Alimentum e EleCare. Todas elas pertencem a empresa Abotte Nutrition.

Recolhimento das marcas

Ainda segundo o site, o recolhimento dessas marcas se deu por conta da Food and Drug Administration iniciar uma investigação sobre a internação de 4 internações de bebês em menos de 6 meses. Porém todas elas se deu no Estados Unidos, mesmo a marca sendo uma grande importadora.

Comunicado sobre o caso

Assim, a empresa emitiu um comunicado sobre o caso, revelando que nenhum dos lotes afetados chegou ao Brasil, tranquilizando os clientes por aqui.
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Veja o que disse a Abbott Nutrition

Em seu comunicado oficial, emitido pela Abbott Nutrition, divulgado pela ‘CNN’, a marca garantiu que nenhum produto vendido no Brasil está com a presença da bactéria que contaminou as crianças no Estados Unidos.

“Na Abbott, a saúde e a segurança de nossos consumidores é uma prioridade. Assim, nenhum produto nutricional da Abbott vendido no Brasil está afetado por este recolhimento. Nossos produtos são seguros, sinta-se confiante para utilizá-los”, garantiu a empresa.

Qual bactéria estava presente no leite?

Segundo as investigações pela agência reguladora dos Estados Unidos, alguns lotes dos leites Human Milk Fortiffier, Similac PM 60/40, Similac, Alimentum e EleCare estavam contaminados pela Cronobacter Sakazakii. A Anvisa proibiu as 5 marcas de leites em março de 2022.


As informações são de TV Fioicio.

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Vírus mortal provoca alerta global: "Comedor de Ânus" mata 30% dos infectados
        Bactéria mortal: 1.319 casos registrados no Japão.   —  Foto/Reprodução.
 
Publicado no JASB em 05.abril.2024. Atualizado em 28.maio.2024.  

O que é a doença que está gerando preocupação no Japão e em diversos outros países?
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A doença que está causando medo na população japonesa e em países vizinhos é a síndrome do choque tóxico estreptocócico (STSS). 

Síndrome de choque tóxico estreptocócico

A síndrome de choque tóxico estreptocócico (STSS) é uma complicação de infecções invasivas envolvendo estreptococos do grupo A (S. pyogenes), incluindo infecções na pele e nos tecidos moles, pneumonia e infecções de corrente sanguínea.

Surto de casos da síndrome

O Japão está enfrentando um surto de casos da síndrome do choque tóxico estreptocócico, uma forma mais grave e potencialmente mortal da doença estreptocócica. A atual taxa de mortalidade da doença é de aproximadamente 30%. 

O medo da população japonesa e países vizinhos

A doença está causando medo na população japonesa e em países vizinhos. A enfermidade ficou conhecido equivocadamente como vírus ‘"comedor de ânus." Tal denominação não é compatível com a realidade, já que se trata de uma infecção bacteriana.

1.319 casos registrados no Japão

No ano passado, foram registrado 941 caso da STSS, neste ano, nos dois primeiros meses já foram registrados 378 casos.
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Toxinas do Staphylococcus aureus

Primeiramente reconhecida em 1987, a STSS teve muitas das características clínicas semelhantes às da síndrome do choque estafilocócico (STS), causada por toxinas do Staphylococcus aureus, quando, em uma série de casos de 20 pacientes, a STSS emergiu como uma doença associada à fasceíte necrosante e miosite, marcada por morbidade e mortalidade bem maiores em comparação com a STS.

As taxas de incidência anual de infecção por Streptococcus do grupo A (GAS) variaram de 3 a 6 casos por 100 mil pessoas, com os pacientes com 65 anos de idade ou menores de 1 ano de idade sendo os mais afetados. Em um estudo populacional europeu, entre 2003 e 2004, 13% das infecções invasivas por GAS foram complicadas por STSS, com metade de todos os casos de STSS ocorrendo em pacientes com fasceíte necrotizante. Outro estudo sugeriu que a STSS complica de 3 a 4% das infecções invasivas por GAS. As taxas de mortalidade para STSS são altas, variando de 20 a 45%.

São fatores de risco para STSS:

Traumas menores causando hematoma ou lesão muscular;

Uso de anti-inflamatórios não esteroidais;

Cirurgias recentes;

Infecções virais;

Pós-parto.
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Em crianças, a infecção por varicela e por influenza é um fator de risco. A presença de comorbidades, incluindo doenças cardíaca, hepática e renal, diabetes melito, alcoolismo e abuso de drogas, é mais comum em pacientes que desenvolvem STSS, embora muitos não apresentem comorbidades antes do desenvolvimento da STSS. Nos últimos anos, a STSS tem sido associada a infecções que envolvem estreptococos do grupo B, C e G. O Streptococcus suis (um agente patogênico em suínos) é outro fator precipitante recentemente identificado para STSS.

Fisiopatologia

A STSS é mediada por toxinas que funcionam como antígenos. As exotoxinas pirogênicas estreptocócicas, predominantemente A e B, são produzidas por GAS em infecções graves. Essas toxinas se ligam à molécula de classe II do complexo de histocompatibilidade principal e ao receptor de células T em células apresentadoras de antígeno, ativando as células T e desencadeando a expressão de citocinas, causando uma resposta inflamatória sistêmica com achado de febre e outras manifestações sistêmicas.

Fatores de virulência

Os fatores de virulência dos estreptococos, incluindo as proteínas M, conferem resistência à fagocitose, entre outras propriedades que aumentam a gravidade da doença. As rupturas nas superfícies da pele e das mucosas (por exemplo, orofaringe e vagina), bem como o trauma menor com hematoma, contusão ou lesão muscular, são pontos de entrada comuns que predispõem a ocorrência de STSS.
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Características Clínicas

As mais comuns fontes de entrada são a pele, a vagina e a faringe, mas nenhuma porta de entrada de infecção é encontrada em, aproximadamente, metade dos casos. Pacientes com traumas menores podem desenvolver infecções como fasceíte necrotizante ou mionecrose em 48 a 72 horas, frequentemente sem portas de entrada na pele.

O quadro pode ser precedido por um pródromo não significativo de febre, calafrios, suores, mal-estar, artralgias, tosse, dor de garganta, rinorreia, anorexia, náuseas, vômitos, dor abdominal e diarreia em adultos e crianças. Uma erupção cutânea difusa eritematosa e macular é frequentemente observada em STSS e pode progredir para descamação, embora sua presença não seja necessária para o diagnóstico da doença.

Os sinais clínicos de infecção incluem dor, edema e eritema localizado, seguido de equimoses e progressão para fasceíte ou miosite em 70 a 80% dos casos. Esses pacientes devem ser avaliados por um cirurgião sempre que se acreditar na possibilidade do diagnóstico de uma infecção necrotizante do tecido mole. A tomografia computadorizada e a ressonância nuclear magnética apresentando destruição de tecidos moles estabelecem esse diagnóstico, mas nunca devem atrasar a avaliação cirúrgica oportuna.

A maioria dos casos evolui com febre, mas a hipotermia pode ocorrer, e há alteração do estado mental em cerca de metade dos pacientes, podendo haver choque por extravasamento de líquido pericapilar e vasodilatação, com hipotensão ocorrendo rapidamente. Outras manifestações incluem endoftalmite, peri-hepatite, peritonites, miocardites, pneumonia e sepse fulminante.
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Dada a forte associação entre a STSS e as infecções necrotizantes dos tecidos moles, é provável que muitos pacientes apresentem, inicialmente, a dor fora de proporção aos achados físicos em um local localizado, muitas vezes em extremidades. Descoloração violácea progressiva, crepitação da pele e necrose e formação de bolha no local são sinais ameaçadores de fasceíte necrosante subjacente e miosite.

A síndrome do compartimento pode ser uma complicação associada. A hipotensão refratária resulta rapidamente de uma combinação de vasodilatação, vazamento capilar e depressão miocárdica de cardiomiopatia tóxica. Lesão renal aguda, isquemia miocárdica e cerebral, síndrome de dificuldade respiratória aguda, rabdomiólise por destruição muscular, disfunção hepática e coagulação intravascular disseminada podem ocorrer e levar à morte dentro de horas a dias. A disfunção renal ocorre em quase todos os pacientes em intervalo de 48 a 72 horas.

Exames Complementares

Os pacientes apresentam leucocitose na maioria dos casos, que podem ser discretos, mas quase sempre com marcante desvio à esquerda; as provas inflamatórias são comumente alteradas. Devem ser colhidos função renal, eletrólitos, função hepática, transaminases, bilirrubinas, albumina, coagulograma e radiografia de tórax.

A gasometria arterial também é recomendada, apresentando frequentemente acidose metabólica. Hemoculturas são positivas em 60% dos casos; também devem ser colhidas culturas de outros sítios potencialmente afetados por infecção.
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Diagnóstico Diferencial

O diagnóstico diferencial inclui STS, mionecrose associada com C. perfringens, mionecrose por micro-organismos anaeróbios e outras bactérias. Outras infecções sistêmicas, incluindo meningococemia, febre das montanhas rochosas e leptospirose também são diagnósticos diferenciais que devem ser considerados.

Os critérios diagnósticos incluem:

Isolamento de GAS de um sítio normalmente estéril

Pressão arterial sistólica

E mais dois dos seguintes critérios:

Disfunção renal com aumento da creatinina maior que 2 vezes o limite do superior da normalidade;

Coagulopatia, incluindo plaquetopenia;

Disfunção hepática com aumento de duas vezes de transaminases ou de bilirrubinas;

Síndrome de desconforto respiratório agudo;

Exantema eritematoso que pode descamar;

Necrose de tecidos moles como fasceíte necrotizante, miosite ou gangrena.
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Tratamento

O manejo da STSS começa com a ressuscitação volêmica com líquido isotônico agressiva para restaurar o volume e a perfusão de tecido. Em pacientes com hipotensão refratária profunda e vazamento capilar associado à STSS, podem ser necessários grandes volumes de fluido cristaloide IV (10 a 20L/d). Os vasopressores são muitas vezes necessários.

Mais de metade dos pacientes com STSS desenvolverão síndrome de dificuldade respiratória aguda, muitas vezes requerendo intubação e ventilação mecânica. Deve-se considerar debridamento cirúrgico precoce e, muitas vezes, extenso, incluindo fasciotomia e até mesmo amputação se existir tecido infectado e necrótico extenso.

Os pacientes devem ser alocados em unidades de terapia intensiva. Dadas a sobreposição nas apresentações clínicas entre STSS e choque séptico e a alta mortalidade associada a ambos, a terapia antibiótica de amplo espectro empírica para cobrir GAS e outros agentes patógenos potenciais é indicada até a disponibilidade dos resultados de exames de cultura.

Entre as opções antibióticas, está o uso de piperacilina/tazobactam, 4,5g, IV, a cada 6 horas, ou um carbapenêmico (por exemplo, meropeném, 1g, IV, a cada 8 horas) em combinação com clindamicina, 900mg, IV, a cada 8 horas; entretanto, o uso de terapia antibiótica mais conservadora com cefalosporina de terceira geração poderia ser uma opção no lugar da piperacilina/tazobactam. A clindamicina pode suprimir a formação de toxinas, por isso sua indicação.
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Nas áreas onde o Staphylococcus aureus resistente à meticilina (MRSA) é prevalente, pode-se considerar o uso de vancomicina, 15mg/kg, IV, a cada 12 horas (dose única máxima de 2,25g). Uma vez identificada a presença de GAS, pode-se considerar desescalonamento da terapia antibiótica dependendo de resultados de cultura, com penicilina G, 4 milhões de unidades IV a cada 4 horas (total de 24 milhões de unidades por dia), em combinação com clindamicina.

A duração da antibioticoterapia deve ser, pelo menos, 14 dias, mas pode ser mais longa com base na extensão da infecção e na resposta clínica do paciente. Embora estudos retrospectivos tenham demonstrado diminuição da mortalidade com imunoglobulina intravenosa, um estudo randomizado e multicêntrico não conseguiu encontrar benefício. Pode-se considerar o uso de imunoglobulina IV para tratar STSS em pacientes refratários ao tratamento.

Por Rodrigo Antonio Brandão Neto, Médico Assistente da Disciplina de Emergências Clínicas do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.


As informações são do Medicina NET.

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Bactéria ‘comedora de ânus’ se espalha e gera alerta.

        No ano passado, foram registrado 941 caso da STSS.   —  Foto/Reprodução/Pexels.
 
Bactéria "comedora de ânus" se espalha e gera alerta.
Publicado no JASB em 24.março.2024. Atualizado em 31.maio.2024.  

O Japão está enfrentando um surto de casos da síndrome do choque tóxico estreptocócico, uma forma mais grave e potencialmente mortal da doença estreptocócica do grupo A. A atual taxa de mortalidade da doença é de aproximadamente 30%, o que deixou as autoridades em alerta. 
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A doença que está causando medo na população japonesa e em países vizinhos é a síndrome do choque tóxico estreptocócico (STSS). Ficou conhecido equivocadamente como vírus ‘"comedor de ânus." Tal denominação não é compatível com a realidade, já que se trata de uma infecção bacteriana.

941 caso da síndrome

No ano passado, foram registrado 941 caso da STSS, neste ano, nos dois primeiros meses já foram registrados 378 casos.

Saiba identificar os sintomas 

Os sintomas do STSS são: febre, dificuldade para respirar, disfunção renal, disfunção hepática, pressão arterial baixa, confusão mental, dor de cabeça, dores musculares, náuseas e vômitos, diarreia, mal-estar e mucosas avermelhadas. 

        Um jovem de 14 anos precisou ter ambas as mãos e pés amputados devido a complicações da síndrome do choque tóxico.   —  Foto/Reprodução/Pexels

Doença está levando à morte pacientes com menos de 50 anos

A síndrome é mais comum em idosos com 65 anos ou mais, contudo, atualmente a doença está levando à morte de mais pacientes com menos de 50 anos.

Detectados cerca de 378 casos

Nos primeiros dois meses de 2024, foram detectados no país cerca de 378 casos de síndrome do choque tóxico estreptocócico (STSS). No ano passado, foram registrados 941 casos. A estimativa é que este ano o número de casos seja maior.
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A STSS é causada por uma forma mais grave da bactéria que causa o estreptococo A, que pode ‘crescer’ na garganta, na pele, no ânus e nos órgãos genitais, causando uma série de doenças.

O caso do jovem de 14 anos 

Um jovem de 14 anos precisou ter ambas as mãos e pés amputados devido a complicações da síndrome do choque tóxico. O caso aconteceu em setembro do ano passado. Os especialistas admitiram que não sabem dizer porque o número de casos está aumentando.

Fatores desconhecidos

“Ainda existem muitos fatores desconhecidos sobre os mecanismos por trás das formas fulminantes (graves e repentinas) de estreptococos, e não estamos no estágio em que possamos explicá-los”, afirmou o Instituto Nacional de Doenças Infecciosas (NIID) em comunicado.

Formas fulminantes de estreptococos

O Instituto Nacional de Doenças Infecciosas (NIID) emitiu um comunicado reconhecendo a existência de muitos fatores desconhecidos sobre os mecanismos por trás das formas fulminantes de estreptococos, destacando a necessidade urgente de pesquisa e medidas preventivas para conter a propagação dessa ameaça à saúde pública.
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População em estado de alerta

Enquanto isso, a população japonesa e as autoridades de saúde permanecem em estado de alerta máximo, em busca de respostas e soluções para enfrentar essa emergência médica crescente.


As informações são do RIC e R7.

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Família de Agente de Saúde que morreu de Covid deve ser indenizada em R$ 750 mil e pensão vitalícia.

        Família da Agentes Comunitários de Saúde que morreu de Covid deve ser indenizada em R$ 750 mil e pensão vitalícia.   —  Foto ilustrativa/Reprodução/Rede Globo.
 
Publicado no JASB  em 16.março.2024. Atualizado em 30.maio.2024.

Durante a Pandemia o JASB - Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil criou o Canal de Monitoramento do Covid-19 entre os Agentes Comunitários e de Combate às Endemias, que tombaram na Linha de Frente, lutando contra o coronavírus em sua fase mais agressiva no Brasil. Foram publicadas inúmeras matérias apontando a exposição dos agentes, sem que tivessem EPI's adequados. Infelizmente, em face da falta de assistência por parte de alguns gestores, muitos agentes tombaram no "campo de batalha."
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Vítima era diabética e não foi dispensada dos serviços na pandemia

Decisão entendeu que o município foi negligente nas ações de segurança e medicina do trabalho, principalmente pelo fato de ela ter uma doença crônica e não ter sido afastada. Prefeitura já apresentou recurso.

Agentes de saúde trabalhando durante a pandemia de Covid-19 em Belo Horizonte. 

Município de BH deverá indenizar a família

O Município de Belo Horizonte deverá indenizar a família de uma agente comunitária de saúde que morreu de Covid-19 durante a pandemia em R$ 750 mil e uma pensão mensal até 2058. Ela era diabética e não foi dispensada dos serviços.

Juiz entendeu que o município foi negligente

O juiz responsável, do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (TRT), entendeu que o município foi negligente nas ações de segurança e medicina do trabalho, principalmente pelo fato de ela ter uma doença crônica e não ter sido afastada.

Prefeitura disse que apresentou recurso no STF

A Prefeitura informou que já apresentou recurso no Tribunal Superior do Trabalho. (saiba mais abaixo).
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ACS foi a óbito 16 dias após afastamento com Covid

A Agente de Saúde foi afastada com Covid-19 em 6 de fevereiro de 2021 e morreu no dia 22, apenas 16 dias depois. Ela deixou o marido e dois filhos, sendo um deles menor de idade.

        Prefeitura de BH nega que foi negligente com a Agentes Comunitários de Saúde que morreu de Covid. Matéria foi ao ar pelo MG1.   —  Foto/Reprodução/MG1, Rede Globo.


Município identificou a Covid como o motivo do óbito

A comunicação de acidente de trabalho, emitida pelo próprio município, identificou a Covid como o motivo da morte. O juiz entendeu que havia elementos de que a doença foi resultante de "exposição ou contato direto determinado pela natureza do trabalho".
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Indenização aumentou em 2ª instância

A decisão em 1ª instância havia fixado indenização por danos morais em R$ 100 mil por herdeiro, totalizando R$ 300 mil, e uma pensão por danos materiais no valor de R$ 1.474,77 mensais, referente a 2/3 do último salário dela.

Pensão será paga até 2058

Essa pensão será paga até 2058, considerada vitalícia, data em que a mulher completaria 80 anos. A parte destinada aos filhos somente será paga até eles completarem 25 anos. O juiz entendeu que ela era a responsável pelo sustento da casa.

Indenização por danos morais subiu de R$ 250 mil para R$ 750 mil

A Prefeitura recorreu da decisão, mas a Oitava Turma do TRT acabou seguindo o entendimento e ainda aumentando o valor da indenização por danos morais para R$ 250 mil para cada herdeiro, totalizando R$ 750 mil.

Município nega negligência

No processo, o Município de Belo Horizonte argumentou que não seria possível afirmar que a servidora teria contraído a doença durante os serviços de agente comunitária de saúde.
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Argumentos da Prefeitura de BH

Negou, ainda, que tenha havido negligência por parte da Prefeitura, alegando que "adotou todas as medidas e cuidados para evitar a contaminação e a disseminação da Covid-19", não sendo, assim, o caso de responsabilidade do empregador.

Responsabilidade civil objetiva

Vale ressaltar que a decisão entende que não há, necessariamente, culpa da Prefeitura, mas responsabilidade civil objetiva — quando a atividade pode causar risco à vítima.

A Prefeitura informou que já apresentou um recurso no Tribunal Superior do Trabalho.

Assista a reportagem:


As informações são de Rodrigo Salgado, g1 Minas — Belo Horizonte.
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Além do aumento de R$ 706,  8 mil Agentes de Saúde receberão Tablets e Smartphones.

        Agentes Comunitários de Saúde e de Combate às Endemias receberão Tablets e Smartphones.   —  Foto/Reprodução/Governo de MS.
 
Publicado no JASB em 15.março.2024. Atualizado em 16.março.2024.

Grupos no WhatsApp Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias de Mato Grosso do Sul receberão Tablets e Celulares para aprimorar o atendimento à população.
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Tablets e Smartphones 

Durante a reunião realizada na Governadoria na quinta-feira (14), foi anunciado que os agentes comunitários de saúde e de combate a endemias de Mato Grosso do Sul serão equipados com tablets e celulares a partir de abril. Este avanço tecnológico tem como objetivo otimizar a produtividade desses profissionais. A distribuição dos dispositivos está agendada para o dia 8 do próximo mês, durante o III Encontro Estadual de Atenção Primária à Saúde, em Campo Grande.

Uso da  tecnologia para gerar mais qualidade no atendimento

A iniciativa de fornecer dispositivos móveis está alinhada com a proposta apresentada pelo governador Eduardo Riedel, visando aumentar a remuneração mensal dos agentes. Mediante o cumprimento de indicadores de produção estabelecidos pela SES (Secretaria de Saúde de Mato Grosso do Sul), os profissionais poderão receber um aumento de até meio salário mínimo (R$ 706) por mês.

Aumento na remuneração

Com quase 8 mil agentes no estado, entre comunitários e de endemias, a remuneração atual corresponde ao piso nacional da categoria, acrescido de benefícios como adicional de insalubridade e bonificações por tempo de serviço. Com a implementação dessa nova proposta, a remuneração dos agentes poderá atingir até três salários mínimos, considerando determinados critérios. Estima-se que o aumento salarial terá um impacto de aproximadamente R$ 100 milhões por ano nos cofres do estado.
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Fortalecimento da digitalização

"O que o governo está fazendo tem um objetivo claro, primeiro caminhar fortemente para digitalização, segundo e mais importante, obter os dados de forma muito oportuna. Dados colhidos por essas categorias subsidiam a tomada de decisão, mostram o perfil biológico e indicam quais decisões o governo deve tomar para impedir ou mitigar as crises sanitárias que a gente tem observado. É uma iniciativa muito importante, devemos destacar que a primeira deste porte no País, nenhum outro estado brasileiro tem suas duas categorias recebendo dispositivos móveis para esta finalidade", explica Marcos Espíndola de Freitas, coordenador de tecnologia e informação da SES.

        Tablets e Smartphones serão entregues aos agentes.   —  Foto/Reprodução/Governo de MS.

Controle de endemias com o uso da tecnologia 

Além do aspecto remuneratório, a utilização de tablets e celulares possibilitará um controle mais eficiente das endemias. Os aplicativos disponíveis são versáteis e podem ser ajustados de acordo com as necessidades específicas, abrangendo desde a atenção primária até o controle vetorial. 
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Investimento de R$ 1,2 milhões por ano

Marcos Espíndola destaca que o investimento total para o controle de endemias é em torno de R$ 1,2 milhões por ano, enquanto para os agentes comunitários de saúde, esse valor chega a aproximadamente R$ 4 milhões anuais.

Compromisso do Governo 

A resolução estadual apresentada durante a reunião estabelece metas para a melhoria dos indicadores de saúde, garantindo um ganho financeiro adicional para os agentes, mediante o cumprimento dessas metas. O secretário estadual de administração, Frederico Felini, enfatiza o compromisso do governo em pactuar com os municípios para garantir recursos adicionais aos profissionais da saúde.

        Os agentes de saúde aguardam pela entrega dos equipamentos e pelo aumento salarial.   —  Foto/Reprodução/Governo de MS.

Avanços com o uso eficaz da tecnologia e da informação

Para João César Mattogrosso, secretário adjunto da Casa Civil, a melhoria na saúde pública passa pela ampliação do trabalho dos agentes e pelo uso eficaz da tecnologia e da informação. Ele ressalta que a população será a principal beneficiada com essas iniciativas.
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Atualização da legislação

A secretária-adjunta da SES, Crhistinne Maymone, explica que a proposta de atualização da legislação busca adequar as diretrizes às novas demandas epidemiológicas. Com a inclusão de novos indicadores, como o monitoramento das microáreas e a atualização do cadastro da população, pretende-se fortalecer o papel dos agentes como porta de entrada do cidadão no Sistema Único de Saúde.

         Representantes da SES reforçou a fala de compromisso do governo com a qualidade e eficiência dos serviços de saúde.   —  Foto/Reprodução/Governo de MS.

Expectativas dos Agentes 

Representantes dos agentes destacam a importância dessas medidas para a melhoria do atendimento e aguardam os próximos passos estabelecidos pelo governo. O presidente da comissão formada pela categoria, Ivo Alexandre, ressalta a importância da negociação contínua para garantir a adequação das políticas às necessidades dos profissionais.
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         Representantes da SES reforçou a fala de compromisso do governo com a qualidade e eficiência dos serviços de saúde.   —  Foto/Reprodução/Governo de MS.

A reunião contou ainda com a participação de outros representantes da SES, que reforçaram o compromisso do governo com a qualidade e eficiência dos serviços de saúde oferecidos à população.

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As informações são do  Governo de MS.

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