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Augusto Cury na corda bamba: Entre a inteligência emocional dos livros e a frieza do QI eleitoral.

           Presidenciável: O número que ninguém está calculando nas pesquisas sobre Augusto Cury.   —  Foto: JASB.
 
Augusto Cury na corda bamba: Entre a inteligência emocional dos livros e a frieza do QI eleitoral.
Publicado no JASB em 15.abril.2026. Atualizado em 18.abril.2026.

WhatsApp: Grupos Estaduais Enquanto o debate se fixa nos 2% de intenção de voto, um dado das pesquisas passa despercebido e revela por que o psiquiatra pode ser mais relevante do que parece na corrida a 2026.
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O estreante que chegou a 2% em dias

Augusto Jorge Cury, 67 anos, psiquiatra formado pela Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto e um dos autores mais vendidos do país, se filiou ao Avante no domingo de Páscoa, 5 de abril de 2026. Dias depois, já estava nas pesquisas presidenciais.

Na Genial/Quaest, divulgada em 15 de abril com 2.004 entrevistados entre os dias 9 e 13 de abril (registro TSE nº BR-09285/2026), Cury marcou 2% no primeiro turno estimulado — o mesmo patamar de Renan Santos (Missão), à frente de Cabo Daciolo (Mobiliza), com 1%, e de Aldo Rebelo (DC), que não pontuou.

O dado real que os portais ignoram: a rejeição mais baixa do campo

Aqui está o ponto que a maioria das coberturas não destacou. A pesquisa Genial/Quaest mediu também a rejeição dos pré-candidatos. O resultado coloca Cury em posição singular:
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💠 Lula (PT): 55% de rejeição;
💠 Flávio Bolsonaro (PL): 52% de rejeição;
💠 Ronaldo Caiado (PSD): 32% de rejeição;
💠 Romeu Zema (Novo): 31% de rejeição;
💠 Cabo Daciolo (Mobiliza): 26% de rejeição;
💠 Aldo Rebelo (DC): 21% de rejeição;
💠 Augusto Cury (Avante): 14% de rejeição.

Com apenas 14% de rejeição entre os eleitores, Cury registra o menor índice de todos os pré-candidatos testados no levantamento — incluindo políticos com décadas de trajetória partidária.

30 milhões de livros e 9 milhões de seguidores como ponto de partida

Natural de Colina, interior de São Paulo, Cury publicou mais de 70 livros, com obras traduzidas em 70 países e mais de 25 milhões de exemplares vendidos apenas no Brasil, além de 9 milhões de seguidores nas redes sociais
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O capital de reconhecimento acumulado no mercado editorial é o que diferencia sua entrada da maioria dos candidatos de terceira via: ele chega conhecido, mas sem histórico eleitoral que o comprometa.

A tendência é que o Avante mantenha o foco no estilo motivacional do escritor durante a campanha, com um discurso alternativo ao tradicional, tentando cativar o brasileiro em áreas como saúde emocional, educação e valorização profissional de categorias como policiais e professores. 
           Augusto Jorge Cury e Ana Maria Braga.   —  Foto: JASB.

O que o posiciona e o que ainda o limita nas urnas

A Futura Inteligência (registro TSE nº BR-08282/2026, com 2.000 entrevistados entre 7 e 11 de abril) colocou Cury entre 1,3% e 2,3% dependendo do cenário, confirmando a estabilidade do nome nas primeiras medições. Os números abaixo sintetizam sua posição no campo:

💠 Percentual no primeiro turno (Quaest): 2%, empatado com Renan Santos;
💠 Percentual no primeiro turno (Futura): entre 1,3% e 2,3% conforme cenário;
💠 Rejeição (Quaest): 14% — menor entre todos os testados;
💠 Histórico político anterior: nenhum cargo ou filiação partidária até abril de 2026;
💠 Limite legal cumprido: filiação até o prazo final para disputar em outubro de 2026.
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O baixo índice de rejeição, combinado ao alto reconhecimento de marca, cria uma janela real de crescimento — mas apenas se a campanha conseguir converter leitores e seguidores em eleitores convictos.

Por que 2026 pode ser o teste definitivo do "fenômeno de marca" na política

A pré-candidatura de Cury à Presidência recolocou em cena um fenômeno recorrente, embora raro, da política brasileira: a entrada de figuras conhecidas da mídia na corrida ao Planalto. 

O caso mais emblemático foi o de Silvio Santos, que em 1989 chegou a ser lançado candidato à Presidência, mas teve a chapa barrada pelo TSE. Décadas depois, Luciano Huck ensaiou movimento semelhante, sendo cortejado para 2018, mas desistiu antes mesmo de se filiar a um partido. Augusto Cury candidato 2026, Augusto Cury pesquisa intenção de voto, Augusto Cury Avante presidente, pesquisa presidencial abril 2026, terceira via eleições 2026, rejeição candidatos 2026 pesquisa, Quaest Futura Inteligência abril 2026, pré-candidatos presidente Brasil 2026
Cury chegou mais longe que Huck: está registrado, filiado e nas pesquisas. Se a rejeição permanecer a mais baixa do campo, o desafio passa a ser de crescimento orgânico — e não de sobrevivência eleitoral. 
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O cenário a observar não é o segundo turno, mas o comportamento do índice de rejeição nas próximas rodadas de pesquisa: qualquer alta nesse número indicará que o projeto de "pacificador" está sendo reprecificado pelo eleitorado.


Fonte: JASB - Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil - www.jasb.com.br. 
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