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Proposta de redução da jornada de trabalho avança no Congresso e gera debates.

           A proposta está preste a ser aprovada no Senado.   —  Foto/Reprodução/Agência Brasil.
 
Proposta de redução da jornada de trabalho avança no Congresso e gera debates.
Publicado no JASB em 18.janeiro.2026. Atualizado em 19.janeiro.2026.

WhatsApp: Rede do JASB Uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê a redução gradual da jornada semanal de trabalho no Brasil, sem corte salarial, avançou na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal e segue para apreciação em plenário em 2026. 
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A medida, debatida há anos, mobiliza trabalhadores, sindicatos e setores produtivos em torno de impactos sociais e econômicos.

📜 Contexto legislativo e tramitação atual

A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou, por votação simbólica em dezembro de 2025, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 148/2015, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), que altera o artigo 7º da Constituição para reduzir a jornada de trabalho semanal de 44 para 36 horas, extinguindo a tradicional escala 6x1. 

A proposta ainda precisa ser votada em plenário no Senado, em dois turnos, e posteriormente na Câmara dos Deputados para seguir ao presidente da República antes de entrar em vigor.
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💼 Detalhes da proposta e transição gradual

A PEC prevê uma redução progressiva da carga horária ao longo de anos, com etapas definidas para adaptar trabalhadores e empresas:

💠No primeiro ano após a promulgação, o limite semanal cairia para 40 horas;

💠Nos quatro anos seguintes, uma hora seria reduzida por ano até alcançar 36 horas;

💠O novo modelo manteria salário e incentivaria dois dias consecutivos de descanso remunerado por semana.


👥 Reivindicações de trabalhadores e mobilização social

A redução da jornada de trabalho é uma demanda histórica de centrais sindicais e movimentos sociais, que veem na medida uma forma de melhorar a qualidade de vida, reduzir estresse e aumentar o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal. 
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A proposta também aboliria a escala 6x1, na qual o trabalhador labuta seis dias consecutivos e descansa apenas um dia remunerado.

⚖️ Argumentos de apoio e de crítica

Defensores da PEC argumentam que o novo modelo pode impulsionar bem-estar e produtividade, além de gerar mais empregos ao redistribuir horas de trabalho. 

Críticos, incluindo representantes de micro e pequenas empresas, alertam para possíveis impactos sobre custos operacionais, competitividade e flexibilidade dos modelos de negócios. A discussão política inclui ainda condicionantes para feriados, saúde mental e modernização da legislação trabalhista.
           Manifestação em defesa do fim da escala 6x1.   —  Foto/Reprodução/Agência Brasil.

📊 Impactos esperados na rotina dos trabalhadores

Se aprovada, a jornada diminuída alteraria rotinas de milhões de trabalhadores, com potencial para ampliar o tempo de descanso e convívio familiar. 

Especialistas em relações de trabalho destacam que a medida pode incentivar práticas de gestão focadas em resultados e bem-estar, bem como estimular negociações coletivas adaptadas às realidades setoriais.
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📅 Próximos passos no Congresso

Após o aval da CCJ, a PEC seguirá para votação em plenário no Senado em dois turnos. Só após essa etapa e pela Câmara dos Deputados, com quórum qualificado em cada votação, é que a proposta poderá ser promulgada e iniciar o processo de implementação conforme o cronograma gradual estabelecido no texto constitucional alterado.



Fonte: JASB com informações do XX.
Edição Geral: JASB.
Encaminhamento de denúncia ao JASB: Acesse aqui.
Publicação: JASB - Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil - www.jasb.com.br. 
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