O que pesa mais na escolha entre motos e bikes elétricas para Agentes de Saúde?
O que pesa mais na escolha entre motos e bikes elétricas para Agentes de Saúde?
WhatsApp: Grupos Estaduais | Moto ou bicicleta elétrica? Veja qual é melhor para Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias.
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R$ 5,1 milhões em bikes elétricas: Goiás lidera investimento
A escolha entre motocicletas e bicicletas elétricas para Agentes Comunitários e Agentes de Combate às Endemias tem mobilizado gestores municipais em todo o país. Enquanto algumas cidades optam pelas motos para áreas rurais e longas distâncias, outras investem em bicicletas elétricas para a zona urbana, buscando economia e sustentabilidade.
A decisão envolve análise de custo-benefício, infraestrutura local e a real necessidade dos profissionais que estão diariamente nas ruas levando cuidado à população.
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As motocicletas e os municípios que as adotaram
Diversas cidades já garantiram a entrega de motocicletas aos ACS e ACE, priorizando a agilidade em percursos extensos. Em Várzea Alegre (CE), foram entregues 104 motocicletas novas para fortalecer a Atenção Primária. Ji-Paraná (RO) realizou a entrega de 100 motocicletas em abril de 2026.
VEJA TAMBÉM:
Cacoal (RO) encerrou 21 anos de custeio próprio do transporte pelos servidores ao entregar motos aos agentes.
Em Mato Grosso, Itanhangá investiu aproximadamente R$ 296 mil em motocicletas elétricas, com recursos de emenda parlamentar do deputado Max Russi e contrapartida municipal .
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As bicicletas elétricas e os exemplos de sucesso
A opção pelas bicicletas elétricas tem ganhado força, especialmente em áreas urbanas e regiões planas. Goiás lidera o investimento com um edital de R$ 5,1 milhões para compra de bicicletas elétricas para os 246 municípios, com autonomia mínima de 25 quilômetros por carga . Em Camapuã (MS), 34 bicicletas elétricas foram entregues aos ACS.
Araruama (RJ) entregou três bicicletas elétricas para agentes da Unidade Básica de Saúde de Boa Perna, beneficiando cerca de 5.250 pessoas. A subsecretária de Saúde de Goiás, Amanda Limongi, afirmou que a bicicleta elétrica traz mais autonomia para organizar as visitas.
O contraste entre as realidades e os critérios de escolha
A decisão entre moto e bicicleta elétrica passa por uma análise profunda da realidade local. Em áreas rurais, onde agentes percorrem até 60 quilômetros, as motocicletas são mais adequadas.
Já nas zonas urbanas, as bicicletas elétricas oferecem vantagens como menor custo de manutenção, sustentabilidade e facilidade de locomoção em ruas estreitas. O que poucos sabem é que a bicicleta elétrica já está na Relação Nacional de Equipamentos e Materiais Permanentes do SUS (Renem), facilitando a aquisição com recursos públicos .
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O passo a passo para conquistar os veículos e o impacto no atendimento
Para gestores e agentes que desejam viabilizar a aquisição, o caminho envolve diagnóstico da demanda, articulação com gestores, busca por emendas parlamentares, inclusão no planejamento orçamentário e processo licitatório.
O impacto na qualidade do atendimento é direto: com mais agilidade, os agentes aumentam a cobertura de visitas, acompanham com mais regularidade gestantes, idosos e pacientes crônicos, e reduzem o tempo de espera por atendimento nas áreas mais distantes. A valorização profissional e a melhoria das condições de trabalho são consequências imediatas.
VEJA TAMBÉM:
Fonte: JASB - Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil - www.jasb.com.br.
Edição Geral: JASB.
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